Mariana Leitão apelou ao Presidente da República para que recorra à sua “magistratura de influência” de forma a estancar o “degradar as instituições”, abordando a polémica de Luís Neves.
O ministro da Administração Interna, Luís Neves, ex-diretor nacional da Polícia Judiciária, está sob escrutínio após notícias que deram conta de que contratou para obras pessoais um empreiteiro, a Construbarcelos, que fez 17 trabalhos para a mesma polícia entre 2019 e 2025, num valor de 2,23 milhões de euros, e de cujo dono, João Carvalho, o ministro confirmou ser amigo. Adicionalmente, um atrelado que tinha sido apreendido numa operação contra o tráfico de droga, e que desaparecera de instalações policiais, foi encontrado à guarda dessa mesma empresa. A 24 de julho de 2026, o Chega anunciou a constituição de uma comissão de inquérito potestativa.
Mariana Leitão apelou ao Presidente da República para que recorra à sua “magistratura de influência” de forma a estancar o “degradar as instituições”, abordando a polémica de Luís Neves.
Foi rejeitada esta sexta-feira a audição em sede de Comissão Permanente da Assembleia da República do ministro da Administração Interna, Luís Neves, e da ministra da Justiça, Rita Júdice.
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