Portugueses nunca consumiram tanto gás natural

O consumo de gás natural tocou um máximo histórico. Mas porquê? Este aumento resulta, segundo a REN, da "vaga de frio que assola o país". Mas o consumo de eletricidade também bateu recordes.

O consumo de gás natural tocou um máximo histórico. Segundo a REN, este aumento reflete a “vaga de frio que assola o país”. A eletricidade também bateu recordes, com o consumo a atingir o valor mais elevado desde janeiro de 2011.

Foi a 19 de janeiro que o consumo de gás natural atingiu um máximo histórico de 252.4 gigawatts, de acordo com um comunicado enviado pela REN. “O valor do mercado elétrico atingiu os 103.2 gigawatts e o valor do mercado convencional 49.2 gigawatts”, explica a energética, acrescentando que a “capacidade horária do gasoduto esteve perto seu limite, repetidamente, nos últimos dias”.

"O Terminal de GNL de Sines atingiu, no passado dia 12 de janeiro, o máximo da sua capacidade de injeção física de gás natural no gasoduto de transporte de Sines, refletindo o aumento do consumo de gás natural em Portugal que resultou da vaga de frio que assola o país e das necessidades de produção de eletricidade.”

REN

Para este aumento contribuiu, segundo a empresa, as temperaturas baixas e as necessidades de produção de eletricidade. “O Terminal de GNL de Sines atingiu, no passado dia 12 de janeiro, o máximo da sua capacidade de injeção física de gás natural no gasoduto de transporte de Sines, refletindo o aumento do consumo de gás natural em Portugal que resultou da vaga de frio que assola o país e das necessidades de produção de eletricidade“, explica.

Mas não foi o único recorde. O consumo de eletricidade também atingiu o valor mais elevado desde janeiro de 2011: 169 gigawatts. A REN explica que “este consumo foi abastecido com 46% de renováveis, 22% de carvão e 26% de gás natural em centrais de ciclo combinado”.

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