Revista de imprensa internacional

Nesta edição, o encontro de líderes em Davos, o "hard brexit" do Reino Unido, um negócio na indústria tabaqueira, a incubadora do Facebook em Paris e as buscas pelo MH370, que foram suspensas.

Num dia em que arranca o encontro de líderes mundiais em Davos, o ECO destaca nesta revista de imprensa internacional como a incerteza no futuro será a nuvem a pairar sobre o Fórum Económico Mundial. Theresa May também já decidiu em que termos vai desencadear o Brexit. A marcar o dia está ainda um negócio milionário na indústria tabaqueira e o Facebook, que vai ter uma incubadora de empresas em Paris. Já no Índico, foram suspensas as buscas pelo MH370 da Malasya Airlines.

The Wall Street Journal

Fórum Económico Mundial reúne-se em Davos perante um mundo de incertezas

Arranca esta terça-feira o Fórum Económico Mundial em Davos, na Suíça. Para antecipar o encontro, o The Wall Street Journal preparou um texto que sublinha a importância desta edição do evento num mundo que, em 2016, assistiu a vários momentos históricos: desde logo, a eleição de Donald Trump nos Estados Unidos, a saída do Reino Unido da União Europeia e a proliferação de correntes políticas antiestablishment que podem mesmo chegar este ano ao poder em França, na Alemanha, na Holanda, ou mesmo em Itália. O artigo explica ainda como a China se poderá tornar no rosto da globalização, numa altura em que a que existe tem sido boa para gerar riqueza, mas é menos bem-sucedida em maximizar o bem-estar das populações. (Acesso pago / Conteúdo em inglês)

Aljazeera

Theresa May já escolheu: Reino Unido sai da UE e desvincula-se de Bruxelas

Com um pé dentro e outro fora, não. Theresa May, a primeira-ministra britânica, vai explicar esta terça-feira o plano para desencadear a saída do Reino Unido da União Europeia. Mas a imprensa internacional, que já teve acesso ao discurso, avança que May terá optado pelo hard brexit, isto é, deverá desvincular-se completamente de Bruxelas, incluindo da união aduaneira. Segundo a estação televisiva Aljazeera, a escolha deverá agradar aos apologistas do Brexit, mas aumentar os receios de quem teme um forte impacto na economia do país. (Acesso gratuito / Conteúdo em inglês)

Bloomberg

Lucky Strike compra Camel por 49,4 mil milhões de dólares

As empresas tabaqueiras responsáveis pelas marcas Lucky Strike e Camel vão fundir-se, num negócio multimilionário avaliado em 49,4 mil milhões de dólares. A compra da Reynolds American (RA) pela British American Tobacco (BAT) vai formar a maior empresa de tabaco do mundo, superando mesmo a Philip Morris, que detém a marca Marlboro. A BAT já detinha parte da RA, mas decidiu comprar a restante parcela, desembolsando 59,64 dólares por cada ação da concorrente norte-americana. A notícia foi avançada pela Bloomberg. (Acesso gratuito / Conteúdo em inglês)

Financial Times

Facebook vai lançar incubadora de startups em França

Mark Zuckerberg voltou a escolher França. A primeira incubadora de empresas oficial do Facebook vai ser instalada em França, integrada no Station F, um projeto megalómano de 250 milhões de euros que, com 34 mil metros quadrados, vai ser o maior campus de startups quando for lançado em abril deste ano. Só a parte do Facebook, com 80 mesas de trabalho, terá espaço para 10 a 15 startups da área da economia de dados. Segundo o Financial Times, o Facebook não terá influência direta nos negócios, mas os mentores da rede social servirão como conselheiros a quem ali se instalar. É o segundo grande investimento do Facebook em França depois de, em 2015, Zuckerberg ter escolhido o país para instalar o único laboratório de inteligência artificial do Facebook na Europa. (Acesso pago / Conteúdo em inglês)

CNN

Três anos depois, buscas subaquáticas pelo MH370 foram suspensas

É uma notícia que faz manchete em vários órgãos de comunicação social internacionais. As buscas subaquáticas pelo MH370 foram suspensas, quase três anos após o desaparecimento do avião enquanto sobrevoava o Oceano Índico. Todo este tempo depois, continuam a haver mais perguntas do que respostas sobre o que realmente aconteceu ao aparelho da companhia aérea Malasya Airlines. A notícia foi dada pela CNN, citando um comunicado conjunto das autoridades chinesas, australianas e malaias, os três principais países envolvidos nas buscas. (Acesso gratuito / Conteúdo em inglês)

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