Flávio Nunes
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Olá, Marco. Foi atualizado com as ligações para Android e iOS que estavam em falta. Obrigado pelo aviso.

Flávio Nunes
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Olá, Nuno. Também é credor da Oi? Estamos a acompanhar atentamente este tema. Tem alguma informação que possa ser relevante? Se sim, poderá enviar para flavio.nunes@eco.pt. Muito obrigado.

Flávio Nunes
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Artigo muito lúcido, que resume bem o estado da Comunicação Social não só em Portugal como num panorama mais alargado. As redes sociais foram um pedrada no charco estagnado que este mercado, tantas vezes, tende a ser. E muitas empresas de media (e alguns jornalistas) continuam a querer ignorar que, hoje, a distribuição do jornalismo é feita, em larga medida, através delas. A boa notícia é que ainda há espaço para jornais livres, sem medo de experimentar, sem medo de fazer diferente. Mesmo que optem por não se vergar à cultura do escândalo e do sensacionalismo.

Flávio Nunes
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Pedro, a minha colega substituiu a imagem mas as redes sociais ainda não tinham indexado a alteração. Entretanto, procedi à indexação de forma manual, pelo que já deve estar corrigido. Muito obrigado.

Flávio Nunes
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ECO - Economia online

Em Nasdaq abriu em queda… em Lisboa

Mariana de Araújo Barbosa

Olá, Ana. Bem visto, já está corrigido. Muito obrigado pelo reparo.

Flávio Nunes
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Obrigado pelo comentário, Roman! Aproveito para recordar que, neste caso, o objetivo foi chegar ao destino antes das 9h. A essa hora, as tarifas dinâmicas ainda estavam ativas na Uber.

Flávio Nunes
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Muito obrigado pelo feedback, Vítor!

Biografia

Jornalista, 23 anos. Licenciado em Comunicação Social, sempre interessado em tecnologia, media, redes sociais, economia e política. Passou pela rádio, colaborou com jornais locais e fundou um canal regional de televisão, que ainda gere. No jornalismo, começou a carreira no Observador. E continuou-a agora no ECO.