Hoje nas notícias: Dados expostos, Grupo Mello e Luís Neves

  • ECO
  • 31 Julho 2026

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

Os contactos telefónicos, emails pessoais e moradas de figuras do Estado estão à venda online, segundo um especialista italiano em cibersegurança. Conheça as notícias em destaque na imprensa nacional esta sexta-feira.

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Contactos pessoais do Governo, do Presidente e do líder das Secretas expostos online

Números de telemóvel, emails pessoais e outros dados relativos a centenas de milhares de portugueses estão disponíveis online, através de serviços de subscrição mensal vendidos por várias plataformas, demonstrou ao Expresso Andrea Mavilla, um especialista italiano em cibersegurança. Estes dados abrangem os de “membros do Governo, forças de segurança, serviços de informações, magistratura, organismos de cibersegurança e outras estruturas estratégicas”. Mavilla partilhou os contactos pessoais de uma dúzia de personalidades, que o jornal Expresso verificou serem corretos, como o do Presidente da República, os de dois ministros do atual Governo, o do secretário-geral do Sistema de Informações da República Portuguesa (SIRP), os de três banqueiros e os dos CEO de duas das maiores empresas do país.

Leia a notícia completa no Expresso (acesso pago).

Grupo Mello desiste de projeto de lítio de quase 500 milhões de euros

O grupo José de Mello desistiu do investimento industrial numa refinaria de lítio em Estarreja, um projeto para o qual previa um investimento de 492 milhões de euros, e após ter assegurado, no início deste ano, apoios públicos de 180 milhões para o mesmo. “Apesar de todo o esforço que foi feito para conseguir contratos de longo prazo para permitir o investimento numa fábrica, isso não foi possível, portanto não vamos avançar nesta fase com um investimento industrial no lítio”, revela o CEO da José de Mello, Salvador de Mello, justificando que, “infelizmente, as condições do mercado da indústria automóvel europeia e da cadeia das baterias e do lítio não estão a corresponder às expectativas”.

Leia a notícia completa no Expresso (acesso pago).

Tribunal Constitucional não notificou Luís Neves por escassez de meios

O Tribunal Constitucional (TC) não contactou Luís Neves nem o resto da sua equipa na direção nacional da Polícia Judiciária (PJ) entre 2018 e 2024 para que cumprisse a obrigação legal de entregar a declaração obrigatória de rendimentos e património por falta de recursos humanos, justificou o gabinete de relações externas do TC, acrescentando que a secretaria da Judiciária também não comunicou ao TC, como a lei a obrigava, a entrada em funções em 2018 e a renovação em 2021. A Entidade para a Transparência (EpT) também já admitiu que a PJ não lhe comunicou qualquer recondução de Luís Neves em 2024.

Leia a notícia completa no Público (acesso pago).

TdC tomou a iniciativa e já está a auditar verbas do SAFE

O Tribunal de Contas (TdC) não irá integrar, formal ou informalmente, a Comissão de Auditoria e Controlo do SAFE – Instrumento de Ação para a Segurança da Europa (CAC-SAFE), que aguarda ainda publicação em Diário da República. Não obstante, a entidade liderada por Filipa Urbano Calvão decidiu auditar o programa de investimento em defesa e já está a fazê-lo. Assim, o TdC irá auditar o investimento total de 5,8 mil milhões de euros que o Estado português fará no setor, desde logo os 3,9 mil milhões na compra de três fragatas a Itália. “Enquanto órgão de controlo externo, não integra nem deve integrar uma comissão de auditoria ou fiscalização criada pelo Governo”, justifica o tribunal.

Leia a notícia completa no Público (acesso pago).

Lares e creches têm de acabar hoje as obras ou ficam sem dinheiro do PRR

As instituições particulares de solidariedade social (IPSS) têm até esta sexta-feira para concluir as obras financiadas pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), em que se incluem lares ou creches, mas o setor alerta que dezenas de projetos não vão cumprir o prazo e acusa o Governo de excluir estas entidades das regras de flexibilização aplicadas aos investimentos públicos. Entretanto, surgiram contactos entre as IPSS e o Ministério da Economia e da Coesão Territorial para encontrar uma solução que permita alargar o regime de conclusão substancial previsto para outros investimentos do PRR. As negociações ainda não estão concluídas, mas é esperada uma decisão formal em breve.

Leia a notícia completa no Jornal de Notícias (acesso pago).

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