Seguro pede conclusões rápidas no caso Luís Neves e que se preserve a “dignidade” das instituições
Presidente da República diz que “está sempre muito atento" a tudo o que se passa, mas "fala no momento certo e no local adequado". Seguro espera que se preserve a "dignidade" das instituições.
O Presidente da República assinalou esta sexta-feira a responsabilidade dos órgãos de soberania na preservação da dignidade das instituições e pediu um rápido “apuramento de responsabilidades” no inquérito do Ministério Público às polémicas com o ministro da Administração Interna.
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“O senhor primeiro-ministro conhece a minha opinião e as minhas posições sobre todas estas situações. (…) Mas há uma coisa que eu quero dizer. Todos temos responsabilidades, no âmbito das competências que a Constituição atribui aos órgãos de soberania, de preservar a dignidade das nossas instituições e os valores que fazem a nossa democracia e o nosso Estado de Direito Democrático”, disse, após ser questionado sobre as polémicas das últimas semanas a envolver o ministro da Administração Interna, Luís Neves.
António José Seguro, que falava aos jornalistas em Marvão, no distrito de Portalegre, depois de ter sido recebido nos Paços do Concelho pelo presidente da Câmara, pediu que a investigação iniciada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) a Luís Neves possa, rapidamente, “ter conclusões e apuramento de responsabilidades.
Esta é a primeira reação do chefe de Estado às polémicas que envolvem o ministro da Administração Interna, Luís Neves, depois de ter afirmado, a 17 de julho, que “está sempre muito atento” a tudo o que se passa, mas “fala no momento certo e no local adequado”.
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