Hoje nas notícias: Autoeuropa, Haitong e “bolha imobiliária”
Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.
O Haitong pode deixar de ser 100% detido por chineses. O Estado português pode entrar no capital do banco de investimento. Na mesma situação, está o Novo Banco. Da banca à indústria, a Autoeuropa tem um novo esquema de horários e há mais uma greve à vista. Na saúde, os médicos formados fora da União Europeia não estão a ser reconhecidos em Portugal. E nos transportes, na última década, a CP duplicou os preços, mas manteve a velocidade dos comboios. Os mediadores imobiliários deixam um aviso: há risco de bolha nos centros das grandes cidades.
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Autoeuropa paga domingos só com uma folga extra por mês
Depois das férias de agosto, os quase seis mil operários da Autoeuropa vão passar a receber apenas uma folga extra por mês como compensação pelas horas feitas aos domingos. A Comissão de Trabalhadores e os sindicatos estão descontentes com este novo esquema de horário da fábrica de Palmela, estando por isso a apelar à greve a 9 de junho. Apesar do ambiente de tensão e instabilidade, a unidade portuguesa do grupo Volkswagem admite mais investimento na fábrica em causa. Leia a notícia completa no Diário de Notícias (acesso livre).
Estado pode entrar no capital do Haitong e do NB
Nos últimos quatro anos, o Haitong, o Novo Banco e a Caixa Geral de Depósitos acumularam 800 milhões de euros de créditos tributários, que podem reclamar junto do Tesouro. Em contrapartida, terão de ceder direitos de conversão de capital ao Estado, o que não alteraria a estrutura acionista do banco público, mas modificaria a das instituições chinesa e a de António Ramalho. No caso do Novo Banco, a posição do Estado pode aumentar (detém atualmente 25% através do Fundo de Resolução), enquanto, no caso do Haitong, qualquer participação estatal significara uma estreia. Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso pago).
Médicos fora da UE não são reconhecidos em Portugal
A Associação de Médicos Luso-Venezuelanos diz que os médicos formados em universidades da Venezuela, com “15, 20, 30 anos de experiência” e emigrados para Portugal se têm deparado com uma espera de dois a três anos até verem reconhecidas as suas habilitações e credenciais médicas. A situação repete-se para todos os médicos formados fora da União Europeia. Face à revisão das regras que está a ser levada a cabo pelo Conselho das Escolas Médicas Portugal, este ano, as faculdades de Medicina nem abriram candidaturas para proceder a esse reconhecimento. Leia a notícia completa no Público (acesso condicionado).
Risco de “bolha” no preço das casas nos centros das cidades
Todos os meses, o valor médio das casas fica mais caro para os bancos. Segundo o Instituto Nacional de Estatística, há 40 meses consecutivos que a avaliação bancária do metro quadrado tem vindo a valorizar. Nesse quadro, os mediadores imobiliários avisam para a eventual criação de “bolhas localizadas nos centros das grandes cidades”. Associação das Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal diz que há “muita procura para as mesmas zonas”. Leia a notícia completa no Correio da Manhã (acesso pago).

Comboios andam à velocidade de 1999, mas custam o dobro
Na última década, o bilhete no Alfa Pendular para uma viagem entre a capital e a Invicta aumentou de 15 para 30 euros. No mesmo período, a tarifa do Intercidades também duplicou, sem que a qualidade do serviço tenha acompanhado essa evolução. As obras na linha que liga Lisboa ao Porto atrasam a viagem em sete minutos, isto é, os comboios circulam à velocidade de 1999, mas a Comboios de Portugal não faz qualquer desconto aos passageiros afetados por este incómodo. Leia a notícia completa no Jornal de Notícias (acesso pago)
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