Trump adverte Rússia e China contra qualquer venda de armas ao Irão
O Presidente norte-americano acredita que nem a Rússia nem a China vendem armas ao Irão. "Se estivessem, isso seria muito mau para eles. Certamente não seria do seu interesse", escreveu Trump.
O Presidente norte-americano advertiu esta sexta-feira a Rússia e a China contra qualquer venda de armas ao Irão, acrescentando, contudo, acreditar nas garantias de Vladimir Putin e Xi Jinping de que Moscovo e Pequim não estão envolvidas em transações.
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“Assim, dois grandes países frequentemente mencionados quando se fala do Irão não estão envolvidos, na minha opinião. Se estivessem, isso seria muito mau para eles. Certamente não seria do seu interesse”, escreveu Donald Trump na sua rede social, a Truth Social.
Segundo o Presidente norte-americano, o homólogo chinês, Xi Jinping, assegurou-lhe, durante a cimeira realizada recentemente em Pequim, que a China “não estava, de forma alguma, a comprar ou vender armas à República Islâmica do Irão”.
“Disse-me que, em circunstância alguma, estavam a comprar ou vender armas à República Islâmica do Irão, e essa declaração inclui as empresas chinesas”, escreveu Trump. “Tendo em conta a nossa relação, acredito na sua palavra. Além disso, também lhe estou a prestar grandes favores”, acrescentou o governante norte-americano, sem fornecer mais pormenores.
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Relativamente ao líder russo, Vladimir Putin, o Presidente dos Estados Unidos afirmou que, “apesar da terrível guerra na Ucrânia”, recebeu igualmente garantias de que a Rússia não está envolvida na venda de armas ao Irão.
Trump sustentou ainda que a relação com o homólogo russo “continua”, porque Putin compreende que os Estados Unidos “não estão a vender armas à Ucrânia, mas sim aos países da NATO”, que pagam “o preço total”, acrescentando desconhecer “a forma como essas armas são posteriormente redistribuídas”.
O recrudescimento dos ataques entre os Estados Unidos e o Irão nas últimas semanas ditou o fracasso do memorando de entendimento que tinham negociado em junho, sob mediação do Paquistão. A guerra começou em 28 de fevereiro, com o lançamento de uma ofensiva conjunta dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão.
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