Cativações finais de 444 milhões em 2022 foram as mais altas desde 2019
Dos cativos finais de 444 milhões de euros, 269 milhões referem-se a despesa com a aquisição de bens e serviços (consumo intermédio, em contas nacionais) e 144 milhões de euros à reserva orçamental.
As cativações finais em 2022 ascenderam a 444 milhões de euros, o valor mais alto desde 2019, segundo um relatório do Conselho das Finanças Públicas (CFP) publicado esta quinta-feira. De acordo com o relatório “Evolução Orçamental das Administrações Públicas em 2022” do CFP, as cativações iniciais sobre a despesa na administração central ascenderam a 1.017 milhões de euros no ano passado, às quais acresceram cativações realizadas durante a execução orçamental de 67 milhões de euros, totalizando 1.084 milhões de euros.
Escolha o ECO como fonte preferida no Google
Os dados provisórios relativos ao ano de 2022 mostram que foram descativados 640 milhões de euros, tendo os cativos permanentes ascendido a 444 milhões de euros, indica o relatório. “Trata-se do valor mais elevado de cativos finais desde 2019”, realça o CFP, referindo que, face a 2021, o aumento foi de 126 milhões de euros.
O organismo presidido por Nazaré da Costa Cabral indica ainda que este valor de cativos finais corresponde a 40,9% do total de cativos iniciais e de execução, sendo “o rácio mais elevado desde 2016”.
Dos cativos finais de 444 milhões de euros, 269 milhões referem-se a despesa com a aquisição de bens e serviços (consumo intermédio, em contas nacionais) e 144 milhões de euros à reserva orçamental.
Assine o ECO Premium
No momento em que a informação é mais importante do que nunca, apoie o jornalismo independente e rigoroso.
De que forma? Assine o ECO Premium e tenha acesso a notícias exclusivas, à opinião que conta, às reportagens e especiais que mostram o outro lado da história.
Esta assinatura é uma forma de apoiar o ECO e os seus jornalistas. A nossa contrapartida é o jornalismo independente, rigoroso e credível.
Comentários ({{ total }})
Cativações finais de 444 milhões em 2022 foram as mais altas desde 2019
{{ noCommentsLabel }}