Corredores humanitários são “um começo”, diz Marcelo
Embora o "ideal" fosse haver um cessar-fogo, os corredores humanitários "são um começo, de olhar para as pessoas, para o seu presente e para o seu futuro", disse o Chefe de Estado.
O Presidente da República congratulou esta quinta-feira o entendimento conjunto entre as delegações russas e ucranianas, na segunda ronda de negociações, para a criação de um corredor humanitário para retirar civis da Ucrânia. “É por aí que se deve começar”, defendeu.
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Marcelo Rebelo de Sousa, que falava na abertura do centro de acolhimento de refugiados criado em Lisboa, sublinhou que, embora o “ideal” fosse haver um cessar-fogo, os corredores humanitários “são um começo, de olhar para as pessoas, para o seu presente e para o seu futuro”.
A segunda ronda de negociações entre a Rússia e a Ucrânia, que decorreu esta quinta-feira, terminou sem conclusões, mas os países chegaram a um “entendimento conjunto” para a criação de um corredor humanitário para retirar civis da Ucrânia, sendo que a terceira ronda de negociações deverá realizar-se o mais brevemente possível.
O chefe de Estado defendeu ainda a necessidade de “continuar a fazer tudo para chegar ao cessar-fogo, porque isso abre o caminho para que as condições humanas, sociais, psicológicas contribuam para o caminho da paz”.
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