Hoje nas notícias: Hospitais, influencers e Construbarcelos

  • ECO
  • 29 Julho 2026

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

A transferência do Hospital de São João da Madeira para a misericórdia local foi acordada na terça-feira, mas há mais três hospitais — Vila do Conde, Pombal e Seia — na calha para voltarem às respetivas santas casas, além de Santo Tirso. Um grupo de influenciadores portugueses viajou a convite do Estado de Israel e entrou na Faixa de Gaza. Conheça as notícias em destaque na imprensa nacional esta quarta-feira.

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Governo prepara devolução de mais três hospitais às Misercórdias

O acordo de cooperação que vai permitir transferir o Hospital de São João da Madeira para a misericórdia local foi assinado nesta terça-feira, mas há mais três hospitais — Vila do Conde, Pombal e Seia — prestes a voltarem às respetivas santas casas, além de Santo Tirso — cujo processo de devolução “está quase concluído”, revela o presidente da União das Misericórdias Portuguesas (UMP). “Temos mais devoluções na calha: Pombal, Vila do Conde e Seia. Já estamos a trabalhar nestes três processos”, adiantou Manuel Lemos, admitindo que com os modelos de São João da Madeira e de Santo Tirso a servirem de base será tudo “mais fácil e rápido”.

Leia a notícia completa no Público (acesso pago).

Influencers portugueses foram recebidos pelo Estado de Israel e entraram em Gaza

Entre 19 e 25 de julho, um grupo de oito influenciadores portugueses viajou a Israel a convite da embaixada do país em Portugal, tendo chegado a visitar túneis do Hamas na Faixa de Gaza, acompanhados por membros das Forças de Defesa israelitas (IDF, na sigla em inglês). O embaixador israelita em Portugal garante que é algo habitual para combater a imagem negativa que diz ser veiculada pelos meios de comunicação social. A entrada no território palestiniano ocorreu no dia em que um ataque aéreo israelita matou uma família de seis pessoas em Gaza.

Leia a notícia completa no Público (acesso pago).

Construbarcelos no topo das construtoras com mais contratos e dinheiro ganho no mandato de Neves na PJ

Entre 2019 e 2025, período em que Luís Neves esteve à frente da Polícia Judiciária (PJ), a Construbarcelos — empresa liderada por um amigo do agora ministro da Administração Interna — foi uma das duas firmas, juntamente com a Sotécnica (unidade do grupo francês Vinci), que mais contratos de construção assinou com a PJ. Além disso, foi a segunda empresa que mais dinheiro ganhou em empreitadas, apenas atrás da bracarense DST. Os dados, fornecidos pela própria Judiciária, mostram que a Construbarcelos ganhou um total de 17 contratos pelos quais cobrou 2,3 milhões de euros. Dos 17 contratos, nove foram feitos sob a forma de contratação excluída (implica a consulta de apenas uma entidade) que valeram uma receita total de 1.445.993,96 euros à Construbarcelos. Ou seja, 61% do valor total.

Leia a notícia completa na Renascença (acesso livre).

Quase meio milhão de chamadas para o SNS 24 estiveram 30 minutos à espera

Um estudo da Entidade Reguladora da Saúde (ERS) mostra que as chamadas atendidas pela Linha SNS 24 aumentaram 58,9% entre o início de 2024 e o final de 2025, passando de cerca de 2,57 milhões para cerca de 4,09 milhões. Contudo, este acréscimo também fez elevar o tempo de resposta, havendo quase meio milhão de chamadas que esperou mais de 30 minutos para ser atendida. “Este crescimento, que se verificou em todos os trimestres de 2025 face aos períodos homólogos respetivos, é compatível com a alteração no modelo de acesso aos serviços de urgência, e a progressiva implementação do projeto ‘Ligue Antes, Salve Vidas’ em mais unidades hospitalares”, refere o estudo.

Leia a notícia completa no Público (acesso pago).

Consultora chamada para resolver caos nos exames contratada por 2,65 milhões de euros

Só este ano, mais precisamente entre 26 de fevereiro a 9 de julho, o Ministério da Educação já assinou quatro contratos públicos com a Deloitte Technology, a consultora privada que o ministro Fernando Alexandre chamou para resolver o caos na correção dos exames nacionais. Estes contratos foram celebrados pela Agência para a Gestão do Sistema Educativo (AGSE), num valor total de 2,65 milhões de euros, sendo que três deles foram celebrados no prazo de duas semanas. No que diz respeito ao contrato que o Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQA) celebrou por ajuste direto simplificado com esta consultora para resolver os problemas técnicos na correção das provas, a tutela continua sem revelar o valor e os termos em que foi assinado.

Leia a notícia completa no Correio da Manhã (acesso pago).

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