Sobe para 130 o número de portugueses e lusodescendentes mortos no sismo na Venezuela
Entre os 130 cidadãos portugueses e lusodescendentes mortos, dos quais 102 eram adultos e 28 menores, 112 tinham também a nacionalidade venezuelana.
O duplo sismo que abalou a Venezuela em 24 de junho causou a morte a 130 portugueses e lusodescendentes, de acordo com o mais recente balanço avançado esta quarta-feira pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) português. O balanço anterior, divulgado na segunda-feira, indicava 121 portugueses e lusodescendentes mortos.
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Entre os 130 cidadãos portugueses e lusodescendentes mortos, dos quais 102 eram adultos e 28 menores, 112 tinham também a nacionalidade venezuelana. O MNE português referiu ainda que continuam desaparecidos 31 cidadãos portugueses.
O número de mortos na sequência do duplo sismo que atingiu a Venezuela há quase um mês subiu para 5.346, segundo o último balanço oficial divulgado na terça-feira. De acordo com o relatório diário publicado pelo presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez, 5.346 pessoas perderam a vida na catástrofe, contra 5.278 registadas no dia anterior. O número de feridos mantém-se em 16.740.
Vários países, incluindo Portugal e outros Estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.
Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos.
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