Hoje nas notícias: GamaLife, caças F-35 e donativos políticos

  • ECO
  • 29 Maio 2026

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

O finalista na corrida à compra da seguradora GamaLife é o BPCE, o novo dono do Novobanco. Os caças F-35 fabricados pela norte-americana Lockheed Martin são os preferidos dos militares da Força Aérea Portuguesa. Conheça as notícias em destaque na imprensa nacional esta sexta-feira.

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Franceses do Novobanco também vão comprar seguradora GamaLife

O francês Groupe BPCE, que comprou o Novobanco, está a negociar em exclusividade a compra da seguradora GamaLife, que o fundo de private equity Apax Partners pôs à venda no fim do ano passado. A Apax Partners contratou o UBS e a Nomura para encontrar compradores para a GamaLife, seguradora nascida da transformação da GNB Vida, adquirida ao Novobanco em 2019. Na corrida estavam ainda a seguradora Generali (dona da Tranquilidade) e o banco italiano BFF. Estes tinham sido os três selecionados para a segunda fase na corrida à compra da GamaLife, tal como noticiou a Reuters no ano passado, que referia ainda que a Apax Partners avaliava a seguradora GamaLife em cerca de 600 milhões de euros. Espera-se que o negócio seja fechado em breve.

Leia a notícia completa no Jornal Económico (acesso pago).

Força Aérea prefere F-35 americanos aos caças europeus

Os principais fabricantes de ­aviões de combate preparam-se para disputar um contrato com o Estado português para vender entre 14 a 28 caças — um negócio que deve valer entre 3 mil milhões e 5 mil milhões de euros — para substituir os F-16. A decisão não está tomada e ainda nem sequer foi aberto um concurso público, mas a preferência da Força Aérea Portuguesa (FAP), de acordo com um estudo que realizou internamente mediante 20 critérios técnicos, é pelo norte-americano F35ALighteningII, da Lockheed Martin, a mesmo fabricante dos F-16. O relatório, no entanto, mantém-se sob reserva e ainda não chegou aos decisores políticos, assegura o gabinete do ministro da Defesa, Nuno Melo.

Leia a notícia completa no Expresso (acesso pago).

Proteção de Dados defende publicitação condicionada de donativos a partidos

A Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD), num parecer aos projetos de lei do PS, Livre e Bloco de Esquerda sobre a transparência do financiamento partidário, defende uma solução que já foi encontrada pela União Europeia e que estabelece uma escala para a divulgação da identidade dos doadores dos partidos. Com o objetivo de evitar a “opacidade” e a “exposição excessiva e indiscriminada de dados pessoais sensíveis”, a CNPD admite a anonimização dos dados dos doadores de valores mais pequenos e a publicidade obrigatória em montantes mais elevados. No parecer, realça que “o modelo constitucionalmente adequado será aquele que assegure a transparência do financiamento político através de mecanismos de publicidade proporcionados, graduados e funcionalmente orientados”. Ou seja, sugere que se encontre um equilíbrio entre a proteção de dados pessoais e a necessidade de garantir escrutínio.

Leia a notícia completa no Público (acesso pago).

Empresários avisam que vão subir ainda mais os preços durante o verão

A esmagadora maioria dos quase 5.000 empresários e gestores de vários setores de atividade económica em Portugal – ouvidos pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), entre 1 e 21 de maio, no âmbito dos inquéritos de conjuntura – adverte que terá de continuar a subir os preços de venda ao longo dos próximos três meses. Ou seja, pelo menos até ao início de setembro, na sequência do pesado agravamento dos custos de produção imposto pelo choque energético, que já dura desde o início de março. De acordo com os dados do gabinete estatístico, a inflação sentida pelos consumidores, que quase duplicou de ritmo, subindo de 1,9% em janeiro para 3,3% em abril, o valor mais elevado em dois anos, vai continuar em alta, diz a maioria dos gestores e decisores de topo.

Leia a notícia completa no Diário de Notícias (acesso pago).

Apoios sociais. Governo força beneficiários a “trabalho social”

O Governo de António Costa inscreveu no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) a criação da Prestação Social Única (PSU), que prometia fundir pelo menos oito prestações sociais não contributivas. Esta sexta-feira, o Executivo de Luís Montenegro vai aprovar em Conselho de Ministros essa medida, mas em vez de oito serão 13 as prestações que serão juntadas debaixo das mesmas condições de acesso. Ainda não se conhece a lista final, sabendo-se apenas que é certo que abrangerá o Rendimento Social de Inserção (RSI), o subsídio social de desemprego e as pensões sociais (por velhice e invalidez). Entre as condições constará a obrigatoriedade de pôr os beneficiários a realizar “trabalho social”, segundo avança fonte do Governo, não especificando, porém, a que tipo de trabalho se refere, mas garantindo que não se aplica a “pensionistas e crianças, que não têm a obrigação de trabalhar”.

Leia a notícia completa no Expresso (acesso pago).

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