Hoje nas notícias: Bondalti, Centeno e Universidade Nova de Lisboa

  • ECO
  • 1 Abril 2026

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

O CEO da Bondalti garante que, após a compra da espanhola Ercros, “certamente” fará mais aquisições. Apesar da reforma antecipada, Mário Centeno vai continuar a ter presença no Banco de Portugal, com lugar no conselho consultivo da instituição. Conheça as notícias em destaque na imprensa nacional esta quarta-feira.

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“Certamente que faremos mais aquisições”, diz CEO da Bondalti

Depois da oferta pública de aquisição (OPA) lançada pela Bondalti sobre a espanhola Ercros, que demorou dois anos, o CEO da empresa portuguesa, João de Mello, admite ter “a ambição de continuar a crescer e ter dimensão europeia”. Em entrevista ao Jornal de Negócios, o gestor garante que “certamente” fará mais aquisições. Sobre a Ercros, indica que será nomeado um conselho de administração, que numa primeira fase vai ter seis elementos. “Vamos manter duas administradoras independentes. E queremos nomear para a empresa um chairman, mudar o modelo para um formalismo mais à americana ou à portuguesa”, aponta.

Leia a entrevista completa no Jornal de Negócios (acesso indisponível)

Centeno foi para a reforma, mas continua a ter assento no Banco de Portugal

Mário Centeno reformou-se antecipadamente do Banco de Portugal, mas, por ter estado no topo da instituição, vai continuar a ter uma palavra formal sobre a autoridade bancária, agora liderada por Álvaro Santos Pereira, no conselho consultivo. Este é um órgão de consulta do Banco de Portugal que, embora não tenha poderes vinculativos, tem de reunir-se pelo menos duas vezes por ano e pronunciar-se sobre temas diversos da vida da instituição, desde logo sobre a sua atividade anual. Ao lado de Carlos Costa, Vítor Constâncio e António de Sousa, Centeno é o quarto ex-governador com assento neste órgão presidido pelo atual líder do banco central, Álvaro Santos Pereira, e que conta também com os dois vices, Luís Máximo dos Santos e Clara Raposo.

Leia a notícia completa no Público (acesso condicionado)

Ministério da Educação questionou “regular funcionamento” da Universidade Nova de Lisboa

Perante as ameaças de cisão de uma das suas faculdades, a Nova SBE, e a repetição da eleição do reitor por decisão judicial, o Ministério da Educação pediu explicações ao Conselho Geral da Universidade Nova de Lisboa (UNL) sobre o “regular funcionamento dos órgãos da Universidade”. “No exercício da autonomia universitária e em consonância com o regime legal aplicável às instituições de ensino superior, o regular funcionamento dos órgãos da Universidade encontra-se plenamente assegurado”, respondeu, sem dar mais explicações, o Conselho Geral da UNL — órgão de governo com competência para definir o desenvolvimento estratégico, bem como a orientação e a supervisão da instituição, e responsável pela eleição do reitor. A troca de correspondência consta do processo de impugnação da marcação de eleições para reitor que foi entregue na segunda-feira por um grupo de professores da Nova SBE no Tribunal Administrativo de Lisboa. Em causa está a marcação da eleição do reitor que a queixa considera ilegal por aquele órgão ir eleger o reitor já fora do seu mandato.

Leia a notícia completa no Expresso (acesso pago)

Nomeações na GNR geram revolta interna

A Associação Nacional de Oficiais da Guarda (ANOG) enviou uma denúncia ao ministro da Administração Interna, Luís Neves, a pedir uma inspeção à política interna de nomeações na GNR. Desde pelo menos 2023 que a nomeação de militares por escolha direta do comando geral se situa entre os 60% e 70% das decisões. Na denúncia enviada ao ministro da Administração Interna, os oficiais referem, a título de exemplo, que para o último curso de Estado Maior Conjunto “não foi aberto qualquer concurso”, tendo a nomeação dos participantes “sido feita diretamente pelo comandante geral”, Rui Ribeiro Veloso, “sem qualquer concorrência e fundamentação, incumprindo-se os mais basilares princípios” da atividade administrativa: “legalidade, transparência e igualdade de oportunidades”. O mesmo tem acontecido para a nomeação de militares da Guarda para missões internacionais.

Leia a notícia completa no Correio da Manhã (acesso pago)

Mercado de chocolates em Portugal vale 225 milhões de euros

O mercado de chocolates em Portugal representa cerca de 225 milhões de euros, com a Páscoa a concentrar aproximadamente 18% das vendas e o Natal perto de 37%, distribuindo-se os restantes 45% ao longo do ano, segundo dados da consultora Nielsen. Isto evidencia que o setor em Portugal tem margem relevante para crescimento em comparação com outros países europeus: o consumo per capita de chocolate situa-se ainda muito abaixo da média europeia (em Portugal, o consumo per capita é de cerca de 2 kg/ano, enquanto a média europeia se situa nos 5 kg/ano). “O mercado equilibra tradição e inovação. Os produtos clássicos, como as amêndoas com chocolate e as figuras, com destaque para os ovos, continuam a ter um papel central, mas existe uma abertura crescente à experimentação, tanto em sabores como em formatos”, assinala Manuela Tavares de Sousa, membro do conselho executivo da Lacasa em Portugal.

Leia a notícia completa no Jornal Económico (acesso pago)

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