Nasce a NODUS, a infraestrutura que transforma a inteligência artificial em capacidade operacional controlada
A empresa desenvolveu um sistema que permite às organizações multiplicar a sua capacidade operacional através de equipas híbridas compostas por pessoas e trabalhadores digitais.
A NODUS, a plataforma que redefine a forma como as empresas integram a IA com governança e critério, apresenta-se no mercado com o objetivo de permitir que as organizações cresçam e aumentem a sua capacidade operacional sem multiplicar a sua estrutura.
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A IA está a redefinir a estrutura do trabalho e os processos empresariais, mas a maioria das organizações ainda a adota de forma dispersa. A falta de visão estratégica gera um ecossistema fragmentado que provoca complexidade e não permite captar o valor real da tecnologia.
A NODUS explicou que nasceu «para resolver esta lacuna». Trata-se de uma infraestrutura operacional que permite implementar, governar e escalar trabalhadores digitais dentro da empresa de forma arquitetónica e estrutural. A NODUS propõe um novo modelo operacional, no qual as pessoas contribuem com critério, decisão e visão estratégica, enquanto os Trabalhadores Digitais contribuem com capacidade operacional, velocidade e consistência.
O modelo NODUS baseia-se na integração de uma infraestrutura de trabalhadores digitais que se conectam aos sistemas corporativos existentes da empresa. Isto facilita enormemente os processos internos de adoção do modelo, ao mesmo tempo que evita os erros que, noutros casos, a implementação dispersa da IA gera em muitas empresas.
NODUS OS
A empresa desenvolveu o NODUS OS, o sistema que organiza e gere a inteligência artificial dentro da organização. Não se limita a executar tarefas, mas estabelece o quadro operacional que permite coordenar pessoas, processos e trabalhadores digitais dentro de uma mesma arquitetura.
O NODUS OS é a camada de inteligência aplicada que liga pessoas, trabalhadores e sistemas corporativos. Integra-se nos sistemas existentes da empresa e permite que os Digital Workers trabalhem no âmbito dos processos reais da empresa com contexto, memória e coordenação entre si, assumindo tarefas repetitivas e de apoio, analisando informação, apoiando decisões e escalando para humanos, se necessário.
A incorporação dos trabalhadores digitais representa um ponto de viragem, supõe um novo modelo empresarial em que se destacam as organizações híbridas: aquelas em que as pessoas contribuem com critério, decisão e visão, enquanto os Trabalhadores Digitais contribuem com capacidade, velocidade e consistência.
Albert Pijuan, CEO da NODUS, destaca os benefícios da implementação arquitetónica da IA: «Neste novo cenário, o valor diferencial das organizações não será apenas adotar a inteligência artificial, mas ser capazes de a gerir com critério, arquitetura e controlo empresarial. Esta é a vantagem competitiva que oferecemos na NODUS».
Apesar de ser uma empresa jovem, já conta com várias empresas que confiaram no seu modelo para integrar a inteligência artificial de forma arquitetónica. Setores como o agroalimentar, a engenharia ou a construção já apostam na infraestrutura da NODUS, que tem permitido às empresas crescer com controlo, rastreabilidade e decisões fundamentadas.
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