Hoje nas notícias: TAP, casas e urgências

  • ECO
  • 23 Outubro 2025

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

A TAP não reclamou pela segunda vez de uma decisão do Tribunal Constitucional e vai mesmo ter de pagar milhões de euros em indemnizações a milhares de tripulantes de cabina. Em quase um terço dos 308 concelhos do país, os valores das casas por metro quadrado aumentaram mais de 20% no espaço de apenas um ano. Conheça as notícias em destaque na imprensa nacional esta quinta-feira.

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TAP desiste de contestar pagamento até 300 milhões aos tripulantes

A TAP decidiu não reclamar pela segunda vez de uma decisão do Tribunal Constitucional no caso dos tripulantes lesados, deixando a sentença transitar em julgado, o que significa que a companhia aérea vai mesmo ter de pagar até 300 milhões de euros em indemnizações a cerca de 2.000 tripulantes que tiveram contratos a prazo, desde 2006. “O processo (…) transitou finalmente em julgado. (…) É caso para dizer ‘a justiça tarda, mas não falha’. Apesar deste resultado, existe ainda muito trabalho pela frente, que poderá facilmente ser reduzido se a empresa [a TAP] e o Governo decidirem assumir de uma vez por todas as responsabilidades neste processo e optarem por corrigir a situação dos milhares de tripulantes lesados, sem que para isso tenham de recorrer à justiça para fazer valer os seus direitos, entretanto já sufragados pelo Supremo Tribunal de Justiça e pelo Tribunal Constitucional”, indicou o sindicato dos tripulantes.

Leia a notícia completa no Diário de Notícias (acesso pago)

Casas já custam mais de 200 mil euros em quase 50 concelhos

Com o preço mediano das casas em Portugal a atingir os 2.035 euros por metro quadrado, um salto homólogo de 19%, são os grandes centros urbanos e nas suas periferias que dominam a lista de 47 concelhos onde o valor mediano por metro quadrado supera a fasquia dos dois mil euros — quando em junho de 2024 eram apenas 33. Montijo, Barreiro, Seixal e Setúbal são alguns exemplos, mas é Lisboa que se mantém como o município mais caro, superando agora os 4.500 euros por metro quadrado, mais 322 euros face a um ano antes — o que aponta para um valor mediano de um apartamento de 100 metros quadrados de 450 mil euros. Acima da fasquia dos quatro mil euros continua a apenas haver mais um município: Cascais, onde a subida foi de 6,1%, para 4.267 euros.

Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso pago)

Incentivos para urgências regionais não constam da proposta do Governo

Os suplementos que o Governo anunciou para as equipas que integrem o novo modelo de urgências regionais não constam da proposta enviada esta semana aos sindicatos dos médicos e dos enfermeiros. Acusando o Ministério da Saúde de “falta de transparência”, o secretário-geral do Sindicato Independente dos Médicos (SIM) admite que a omissão poderá decorrer de um eventual “travão” do Ministério das Finanças às pretensões previamente anunciadas pela ministra da Saúde, Ana Paula Martins, e que apontavam para o pagamento de um apoio de cerca de 500 euros aos médicos que aceitassem deslocar-se para trabalharem noutra urgência hospitalar.

Leia a notícia completa no Público (acesso pago)

“PS nunca será álibi” para Governo ter défice, avisa Brilhante Dias

O líder da bancada parlamentar do PS, Eurico Brilhante Dias, garante que os socialistas não darão nenhum pretexto ao Governo para que as contas públicas derrapem — embora considere que tal será quase inevitável, dada a forma como foi construído o Orçamento do Estado para 2026. “O Governo não terá um álibi no PS para justificar um défice orçamental. O Governo procura um álibi para o mau Orçamento que construiu — e não o terá no PS”, afirmou, em entrevista ao Público e à Renascença. Em particular, Eurico Brilhante Dias considera que o setor da Saúde está “claramente suborçamentado” e que terão de “compreender melhor o grau de concretização” dos 20% na Defesa.

Leia a entrevista completa no Público (acesso pago)

Indústrias de Defesa sentem-se fora do plano do Governo sobre futuro militar

É sabido desde julho que Portugal quer recorrer ao SAFE, o instrumento financeiro da União Europeia que visa apoiar os Estados-membros a aumentarem os seus investimentos em defesa através de compras conjuntas. Porém, as empresas do setor consideram que ainda não estão a ser envolvidas na estratégia do Governo. Rui Santos, diretor-geral da Cluster AED, que reúne mais de 160 empresas ligadas à defesa, aeronáutica e espaço, diz que a indústria não pode ser esquecida: “Introduzir inovação, fazer novos produtos, ter retorno económico, não pode ser um exercício só dos ramos ou do Ministério da Defesa porque o mandato deles é proteger Portugal. Temos que envolver mais atores e aproximar a indústria nestas decisões no início, quando se está a decidir estratégias, parceiros internacionais, para nós termos tempo e fazermos o nosso trabalho como temos vindo muito bem a fazer e que poderia ter muito mais impacto para Portugal”.

Leia a notícia completa na Rádio Renascença (acesso livre)

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