Hoje nas notícias: portagens, casas e política

  • ECO
  • 24 Março 2026

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

As autoestradas que deixaram de ser totalmente pagas no ano passado registaram um aumento do tráfego médio diário entre os 17% e os 42% em dezembro. Os dados do INE mostram que as empresas compraram uma em cada oito casas vendidas em Portugal no ano passado e que, em média, pagaram mais 6% do que as famílias. Conheça as notícias em destaque na imprensa nacional esta terça-feira.

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Tráfego nas SCUT sobe a dois dígitos com fim das portagens

As concessões de autoestrada do Interior e do Algarve, que deixaram de ter portagens a 1 de janeiro de 2025, chegaram ao fim do ano com acréscimos de dois dígitos na circulação média diária face a 2024. Só em dezembro, as subidas chegaram aos 42% no caso da A13-1, que integra a subconcessão Pinhal Interior, enquanto no caso da A13, que integra igualmente a concessão Pinhal Interior, o aumento registado no final do ano passado foi de cerca de 37%. Na Via do Infante, no Algarve, a subida foi de quase 28% e na Beira Interior de 27,1%. Também a concessão Interior Norte viu aumentar a circulação rodoviária em 18% no último mês de 2025, e a das Beiras Litoral e Alta registou um crescimento da procura de 17,3%.

Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso indisponível).

Empresas compram uma em cada oito casas e pagam mais 6% do que famílias

Em 2025, as empresas compraram uma em cada oito casas vendidas em Portugal e, em média, pagaram mais 6% do que as famílias, enquanto os compradores com domicílio fiscal no estrangeiro desembolsaram mais 70% do que os residentes. Segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), as famílias pagaram um valor médio de cerca de 240,5 mil euros pelas casas que compraram no ano passado, ao passo que os “restantes setores institucionais” — em que estão incluídas as sociedades financeiras e não financeiras, as administrações públicas e as instituições sem fins lucrativos — pagaram, em média, mais de 255,6 mil euros por cada casa. Ainda assim, a subida transversal dos preços da habitação levou a que este diferencial tivesse diminuído nos últimos anos: em 2019, as empresas e restantes instituições pagavam mais 16% pelas casas do que as famílias.

Leia a notícia completa no Público (acesso pago).

Gestor hospitalar investigado nomeado presidente do São José

O novo presidente da Unidade Local de Saúde (ULS) de São José, em Lisboa, está a ser investigado pelo Ministério Público (MP) num inquérito relacionado com suspeitas na adjudicação de contratos públicos, no valor de cerca de 6,1 milhões de euros, para aquisição de bens e serviços e realização de obras em hospitais do Centro Hospitalar de Entre o Douro e Vouga (CHEDV), no período em que liderou o CHEDV. O processo foi aberto há três anos, mas ainda “sem arguidos constituídos e sujeito a segredo de justiça externo”, segundo a Procuradoria-Geral da República. Miguel Paiva afirma que tem colaborado com a justiça e que nunca foi constituído arguido. “Todas as entidades que nos têm feito perguntas, temos esclarecido, nunca senti que fui suspeito”, diz o gestor, nomeado no passado dia 23 de fevereiro.

Leia a notícia completa no Correio da Manhã (acesso pago).

Medina: “PSD não pode fazer todos os acordos com o Chega e esperar que PS aprove orçamentos”

Perante o cenário de um acordo entre a AD e o Chega para a nomeação de juízes para o Tribunal Constitucional (TC), Fernando Medina avisa que “o PSD não pode fazer nas matérias importantes e fundamentais todos os acordos com o Chega e esperar que o PS aprove orçamentos”. Em declarações no programa “Conversa de Eleição”, o antigo ministro das Finanças considera que Luís Montenegro pode “cometer um erro e marcar o rumo da legislatura” com um tema que Medina considera que “não representa uma resolução de um problema concreto dos portugueses”. Embora sublinhe que a decisão será de quem lidera o partido, o ex-governante socialista alerta que o potencial acordo num assunto que “se trata de uma pedra basilar” pode condicionar a relação entre PS e AD.

Leia a notícia completa na Renascença (acesso livre).

Contribuintes travam batalha contra o Fisco para recuperar 300 milhões por imposto “ilegal” nos combustíveis

Centenas de contribuintes avançaram com ações judiciais para recuperar perto de 300 milhões de euros que o Fisco terá cobrado indevidamente sobre os combustíveis através da Contribuição de Serviço Rodoviário (CSR). Em 2022, o Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) considerou este imposto, pago na compra de gasolina e gasóleo, contrário ao direito comunitário, abrindo caminho a devoluções de muitos milhões de euros. Até ao momento, segundo dados do Centro de Arbitragem Administrativa, deram entrada 391 processos contra a Autoridade Tributária e Aduaneira (AT), avançados por 351 consumidores finais, 30 postos de abastecimento e duas gasolineiras. Destes, já 384 casos, envolvendo pedidos no valor de 294.704.875,04 euros, tiveram uma primeira decisão: os contribuintes obtiveram decisões favoráveis contra o Fisco em 21,5% dos processos, enquanto a AT obteve decisões favoráveis em 78,5% dos litígios já apreciados.

Leia a notícia completa na CNN Portugal (acesso livre).

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