Novartis apresenta novos estudos sobre a eficácia sustentada de um medicamento para a esclerose múltipla recorrente
Mais de 90% dos doentes com esclerose múltipla recorrente (EMR) não apresentaram evidência de atividade da doença após mudarem para este tratamento, de acordo com o estudo ‘ARTIOS’ de Fase IIIb.
A Novartis divulgou no Congresso Anual da ECTRIMS, em Barcelona, novos resultados dos seus estudos com Kesimpta (ofatumumab) na esclerose múltipla recorrente (EMR), que reforçam a eficácia e a segurança do medicamento tanto em pacientes previamente tratados com moléculas orais como em pacientes recém-diagnosticados.
Escolha o ECO como fonte preferida no Google
O estudo ‘ARTIOS’, de fase IIIb, mostrou que os pacientes com atividade da doença sob fingolimod ou fumaratos experimentaram uma redução substancial da atividade após a mudança para este medicamento, atingindo mais de 90% de ausência de atividade da doença (NEDA-3) e mantendo baixas taxas anualizadas de surtos durante 96 semanas.
A professora Riley Bove, investigadora principal do estudo, da Universidade da Califórnia em São Francisco, salientou que «estas descobertas vêm somar-se à crescente evidência sobre a eficácia e segurança do ofatumumab após a mudança de tratamentos modificadores da doença orais».
Além disso, o estudo de extensão «ALITHIOS», também apresentado no congresso, indica que mais de 90% das pessoas com EM recém-diagnosticadas (até há três anos) e tratadas inicialmente com este tratamento permaneceram livres de progressão aos sete anos. O Dr. Norman Putzki, diretor de Desenvolvimento em Neurociências e Terapia Genética da Novartis, destacou que os dados “reforçam a posição do medicamento como um tratamento que permite aos pacientes obter um controlo precoce da sua doença”.
Assine o ECO Premium
No momento em que a informação é mais importante do que nunca, apoie o jornalismo independente e rigoroso.
De que forma? Assine o ECO Premium e tenha acesso a notícias exclusivas, à opinião que conta, às reportagens e especiais que mostram o outro lado da história.
Esta assinatura é uma forma de apoiar o ECO e os seus jornalistas. A nossa contrapartida é o jornalismo independente, rigoroso e credível.
Comentários ({{ total }})
Novartis apresenta novos estudos sobre a eficácia sustentada de um medicamento para a esclerose múltipla recorrente
{{ noCommentsLabel }}