É “imperativo” definir medidas para reabrir bares e discotecas, defende AHRESP
Encerrados desde o início da pandemia, os bares e discotecas somam prejuízos avultados e pedem medidas urgentes para poderem reabrir.
Os bares e discotecas estão encerrados desde que a pandemia apareceu no país. Já se conta mais de um ano de portas fechadas e avultados prejuízos nas contas destes empresários de diversão noturna. Com o país a desconfinar, a Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) pede medidas urgentes para reabrir este setor de atividade, que “continua sem ter quaisquer perspetivas de reabertura”.
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“Devem ser estabelecidas, com urgência, medidas específicas para que os estabelecimentos de animação noturna possam reabrir sem colocar em causa a segurança e saúde dos seus clientes e colaboradores“, refere a associação, em comunicado enviado esta terça-feira.
A AHRESP lembra que bares e discotecas “foram forçados a encerrar há mais de um ano” e “continuam sem ter quaisquer perspetivas de reabertura”. Assim, tendo em conta a “diminuição dos riscos” associados à pandemia e a “evolução do plano de vacinação”, a associação diz ser “imperativo permitir a retoma desta atividade”.
No ano passado, o Governo criou uma lei que permitiu transformar estes espaços em cafés e pastelarias, permitindo, assim, estar de portas abertas, alterando o modelo de negócio. Contudo, a medida não foi bem vista por muitos empresários do setor, que continuam a garantir ter condições para receber clientes.
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