Mercado tira, mercado dá

O mercado pagou a Portugal para absorver dívida portuguesa, no dia em que Centeno assegura que o défice não ia superar os 2,1%. A meta satisfaz Bruxelas e os investidores.

Foi um dia de boas notícias em Portugal. De manhã, nos dois leilões de dívida, o Tesouro português registou as taxas mais negativas de sempre para pedir emprestado 1.250 milhões de euros em bilhetes de curto prazo, contrariando a tendência de agravamento das últimas operações de financiamento. Pouco tempo depois, o ministro das Finanças assegurava no Parlamento que o défice não ia ficar além dos 2,1%.

Foi neste cenário que a bolsa portuguesa fechou com ganhos de 0,5%. Ajudaram neste desempenho a EDP e EDP Renováveis, que avançaram mais de 1%, num dia sem combustível da Galp Energia.

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