FNS2026. Prévoir questiona enquadramento europeu para investimentos alternativos

  • Carolina Neves Carvalho
  • 15 Julho 2026

A União da Poupança e Investimento e os desafios da diversificação dos investimentos das seguradoras estiveram em destaque na intervenção de José Gonçalves, CFO da Prévoir. Assista aqui à talk.

A diversificação dos investimentos das seguradoras continua a levantar dúvidas sobre o novo enquadramento europeu da União da Poupança e Investimento (Savings and Investments Union). O alerta foi deixado por José Gonçalves, CFO da Prévoir, durante a talk “União da Poupança e Investimento: por onde podem os seguradores começar a diversificar investimentos”, no Fórum Nacional de Seguros 2026.

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José Gonçalves recordou que as seguradoras portuguesas gerem cerca de “57 mil milhões de euros em ativos financeiros”, dos quais aproximadamente “60% estão investidos em obrigações”, refletindo o perfil “conservador” do setor.

Segundo o CFO da Prévoir, os seguros de vida ligados a fundos já permitem uma maior exposição a diferentes ativos, mas a utilização de mecanismos alternativos de investimento continua a suscitar dúvidas quanto ao enquadramento das iniciativas europeias da União da Poupança e Investimento.

Coloco aqui uma grande dúvida sobre se a nova legislação europeia consegue permitir que esses seguros de vida ligados possam ter como ativos subjacentes os mecanismos alternativos de investimento“, afirmou.

O responsável explicou que a principal dificuldade está na avaliação do risco destes ativos, que muitas vezes não têm cotação em mercado nem notação de risco.

Veja aqui a intervenção completa de José Gonçalves, CFO da Prévoir, no Fórum Nacional de Seguros 2026.

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