FNS2026. Seguro de caução triplicou, mas continua longe da maturidade

  • ECO Seguros
  • 13 Julho 2026

Apesar do crescimento registado nos últimos anos, o seguro de caução continua longe da dimensão de mercados como o espanhol. Veja aqui na íntegra as intervenções Ana Lia Marques e Maria Teresa Ribeiro

O futuro do seguro de caução em Portugal esteve em debate durante a talk “O seguro de caução em Portugal: ponto de situação atual e oportunidades futuras”, no Fórum Nacional de Seguros 2026. Ana Lia Marques, Executive Board Member na Azuaga, e Maria Teresa Ribeiro, Credit Specialties Leader na Marsh Portugal, trocaram ideias sobre os desafios que travam a expansão deste instrumento no mercado nacional e sobre as oportunidades que ainda estão por explorar.

Escolha o ECO como fonte preferida no Google

Escolher
O seguro de caução esteve em análise durante a talk “O seguro de caução em Portugal: ponto de situação atual e oportunidades futuras”, moderada por Carolina Neves Carvalho, jornalista do ECO, com as intervenções de Ana Lia Marques, Executive Board Member na Azuaga, e Maria Teresa Ribeiro, Credit Specialties Leader na Marsh Portugal.

Ao longo da conversa, as duas especialistas explicaram que o seguro de caução continua a ser um produto pouco conhecido em Portugal, apesar do seu potencial para ajudar as empresas a gerir melhor as suas obrigações contratuais e financeiras.

“Em Portugal, não temos um histórico de seguro de caução. Temos alguns desafios claros”, começa por assinalar Maria Teresa Ribeiro. Segundo a responsável, o principal obstáculo não está tanto na oferta, mas na falta de conhecimento sobre o produto por parte das próprias empresas. “É necessário levar ao mercado as potencialidades do seguro de caução e como é que este pode influenciar o balanço das próprias empresas, tornando os seus números mais sustentáveis“, acrescenta, deixando claro que a aposta passa por um trabalho de literacia financeira junto dos potenciais tomadores de seguro.

Já Ana Lia Marques sublinhou que, apesar do crescimento registado na última década, o seguro de caução continua a ter um peso reduzido no mercado segurador português. “O seguro de caução é ainda pequeno em termos de volume de prémios brutos emitidos – apesar de ter mais do que triplicado nos últimos dez anos – especialmente quando comparado com mercados mais maduros, como o espanhol, que no ano passado registou 280 milhões de euros”, explica.

Para a responsável da Azuaga, a relevância deste instrumento vai além dos números: “Este é um instrumento importante para a economia, porque permite aos beneficiários terem a segurança de que um determinado contrato vai ser cumprido.” Uma garantia que, sublinham ambas as oradoras, pode fazer a diferença tanto para as empresas que procuram financiamento e cumprimento de obrigações, como para quem beneficia dessas garantias do outro lado do contrato.

Veja aqui na íntegra as intervenções de Ana Lia Marques, Executive Board Member na Azuaga, e Maria Teresa Ribeiro, Credit Specialties Leader na Marsh Portugal.

Assine o ECO Premium

No momento em que a informação é mais importante do que nunca, apoie o jornalismo independente e rigoroso.

De que forma? Assine o ECO Premium e tenha acesso a notícias exclusivas, à opinião que conta, às reportagens e especiais que mostram o outro lado da história.

Esta assinatura é uma forma de apoiar o ECO e os seus jornalistas. A nossa contrapartida é o jornalismo independente, rigoroso e credível.

Comentários ({{ total }})

FNS2026. Seguro de caução triplicou, mas continua longe da maturidade

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião