Hoje nas notícias: sistema Volta, reforma das ULS e dirigentes públicos

  • ECO
  • 10 Julho 2026

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

A entidade gestora do “sistema Volta” contabiliza a devolução de mais de 55 milhões de embalagens de plástico e metal nos primeiros três meses de funcionamento. Conheça esta e outras notícias em destaque na imprensa nacional esta sexta-feira.

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Sistema Volta recolheu 55,5 milhões de embalagens nos primeiros três meses

A SDR Portugal, entidade gestora do sistema de depósito e reembolso, mais conhecido como “sistema Volta”, faz um balanço “globalmente muito positivo” dos primeiros três meses de funcionamento, contabilizando a devolução de 55,5 milhões de embalagens de bebidas de uso único, entre garrafas e latas de plástico, metal e alumínio, com capacidade inferior a três litros. Em cada transação são devolvidas, em média, 15 embalagens, num resultado que a SDR Portugal interpreta como sinal de uma adesão crescente dos consumidores e de uma mudança gradual de comportamentos. A expectativa da entidade é de crescimento dos níveis de devolução nos próximos meses, incluindo durante o verão.

Leia a notícia completa no Público (acesso condicionado)

Reforma das Unidades Locais de Saúde falhou todas as metas prometidas

A grande e última reforma do Serviço Nacional de Saúde (SNS) do Governo socialista e do primeiro diretor executivo, Fernando Araújo, está a falhar, tendo em conta o não cumprimento pelas 31 Unidades Locais de Saúde (ULS) criadas em janeiro de 2024, que se juntaram às oito já existentes, de qualquer dos objetivos a que se propuseram. A conclusão consta de um trabalho académico para a Business School Adam Smith da Universidade de Glasgow, do jovem economista João Pedro Martins, orientado por Francisco Goiana da Silva, elemento da pioneira Direção Executiva do SNS (DE-SNS), autora da reforma. Em concreto, refere-se que “as metas do plano de negócios não foram atingidas em grande parte e a análise causal revela um aumento nas despesas sem melhorias correspondentes no acesso, na capacidade ou na eficiência produtiva”.

Leia a notícia completa no Expresso (acesso pago)

“85% dos dirigentes públicos nomeados estavam em substituição”

Damasceno Dias, na sua primeira entrevista desde que assumiu a presidência da CReSAP (Comissão de Recrutamento e Seleção para a Administração Pública) em 2021, assinala que 85% a 90% dos nomes indicados já estavam em regime de substituição durante o seu mandato, o que lhes deu uma vantagem face aos demais. Embora não concorde que haja partidarização da Administração Pública e recuse que os concursos estejam viciados à partida com os nomes já escolhidos pelos ministros, admite a necessidade de “refundar” a CReSAP. Ao mesmo tempo, evita criticar a politização dos processos, mas propõe que os governos assumam claramente os cargos que são políticos. “O que propomos é que os concursos passem a ser lançados três a seis meses antes do final do mandato dos dirigentes”, refere.

Leia a entrevista completa no Expresso (acesso pago)

BCE chumba venda do BPG a chineses. Banco português entra na corrida

Três anos após a assinatura do acordo de venda do Banco Português de Gestão (BPG) aos chineses da VCredit, cotada em Hong Kong, o Banco Central Europeu (BCE), sob recomendação do Banco de Portugal, não deu ‘luz verde’ ao negócio. O argumento dos reguladores para não aprovarem a venda do banco da Fundação Oriente aos chineses está relacionado com as contas da VCredit de 2025. Havia um prazo, até 4 de março de 2026, para a VCredit continuar no processo, o qual expirou sem aprovação regulatória e sem anúncio formal de uma nova prorrogação.

Leia a notícia completa no Jornal Económico (acesso pago)

Rui Tavares: “Dizer que somos muleta do Partido Socialista é usar retórica de direita”

Rui Tavares, prestes a abandonar o cargo de coporta-voz do Livre, considera que a ideia de que o partido é “uma muleta do PS” é “retórica de direita”. “Temos voz autónoma, não estamos em coligação permanente com ninguém. Não estamos agarrados, nem proibidos de fazer coligações”, diz o deputado do Livre, em entrevista ao DN. Especificamente quanto ao PS, refere que têm “uma relação cordial, amistosa” e que “dialogam bastante”, mas defende que “era importante mais coordenação”. Rui Tavares diz ainda que o partido “tem evitado a pressão do voto útil”.

Leia a entrevista completa no Diário de Notícias (acesso indisponível)

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