STE pede “reforço de pessoal” para além da Educação e Saúde
A presidente do Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado disse que, além da Educação e da Saúde, "há áreas que carecem de reforço de pessoal" na Administração Pública.
A presidente do STE disse esta quarta-feira que além das áreas da Educação, da Saúde e da vigilância das florestas, “há outras que carecem de reforço de pessoal” na Administração Pública, depois de anos de congelamento de admissões.
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Helena Rodrigues, presidente do Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado (STE) falava aos jornalistas à saída de uma reunião no Ministério das Finanças com a secretária de Estado do Emprego Público, Fátima Fonseca, sobre a política de admissões no Estado. A reunião foi “cumprir um ponto do compromisso assumido para a negociação de 2017”, disse a sindicalista.
“Foi referido que, eventualmente, haverá áreas mais críticas para a contratação de pessoal e nós sabemos quais são, elas vêm referidas no Orçamento do Estado: Saúde, Educação e vigilância das florestas. Mas também outras áreas com certeza carecem de reforço de pessoal, porque muitas pessoas saíram nos últimos anos, pois estavam congeladas as admissões”, adiantou Helena Rodrigues.
Segundo a presidente do STE, na reunião foi também abordado o descongelamento de carreiras na administração pública, que será feito de forma faseada em dois anos, a partir de janeiro. “Em concreto, só vamos perceber esses efeitos em janeiro, quando as pessoas começarem a receber a primeira remuneração de 2018 e ver afinal o que resultou o descongelamento”, afirmou, defendendo que “devem ser respeitadas as regras prórpias de cada carreira”.
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