Hoje nas notícias: CGD, ULS Algarve e apoio à renda

  • ECO
  • 30 Julho 2026

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

A Caixa Geral de Depósitos (CGD) já tem um comprador para o seu banco no Brasil e processo de venda de todas as ações deverá ser aprovado em Conselho de Ministros esta quinta-feira. Conheça as notícias em destaque na imprensa nacional esta quinta-feira.

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Caixa arranja comprador para banco no Brasil ao fim de nove anos

A Caixa Geral de Depósitos (CGD) está prestes a vender o seu banco no Brasil à MD Capital, uma entidade brasileira recentemente constituída, com ligações ao setor bancário e ao Bradesco. O Governo, em reunião de Conselho de Ministros, deverá aprovar esta quinta-feira a venda de todas as ações que o banco público detém no Banco Caixa Geral – Brasil, numa decisão que encerra um processo iniciado em 2017, como exigência da Comissão Europeia pela capitalização do banco público português. É a terceira tentativa de venda: as duas anteriores, em 2020 e 2023, falharam por instabilidade económica e propostas pouco atrativas. A MD Capital foi escolhida entre duas ofertas vinculativas recebidas, de um universo inicial de 27 potenciais investidores. A conclusão da operação, incluindo aprovações regulatórias, está prevista para 2027.

Leia a notícia completa no Público (acesso pago).

ULS do Algarve deixou por cobrar 1,2 milhões de euros em dois anos

A Unidade Local de Saúde (ULS) do Algarve não conseguiu cobrar cerca de 1,2 milhões de euros por cuidados de saúde prestados a estrangeiros não residentes que foram às urgências nos anos de 2023 e 2024. “A principal complexidade na cobrança da faturação prende-se com a correta e completa identificação da EFR [entidade financeira responsável] pelo episódio, assim como as dificuldades relacionadas com o momento em que a mesma pode ser cobrada — normalmente, só após a prestação dos cuidados de saúde”, aponta a Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS), num relatório de auditoria, em que sugere que a cobrança possa ser feita logo no início do episódio.

Leia a notícia completa no Público (acesso pago).

Espera por apoio à renda leva famílias a perder casas

A espera pelo Subsídio Municipal ao Arrendamento Acessível (SMAA) está a deixar as famílias fortemente endividadas e já levou algumas a perder a casa, segundo denuncia o presidente da Junta de Freguesia de Benfica, Ricardo Marques, relatando situações de agregados que, sete meses depois de se terem candidatado, continuam sem receber o apoio municipal. A Câmara de Lisboa reconhece que o processo sofreu atrasos, atribuindo-os a problemas técnicos, mas garante que entrou agora numa fase de normalização, tendo iniciado na quarta-feira os primeiros pagamentos e prevendo concluir os restantes durante a próxima semana.

Leia a notícia completa no Jornal de Notícias (ligação indisponível).

Deputados travam reforço da segurança no Parlamento

Apenas horas depois de o seu gabinete na Assembleia da República (AR) ter sido alegadamente assaltado, o líder do Chega, André Ventura, defendeu que “o Parlamento tem de reforçar a sua segurança”. Contudo, são os próprios deputados que estarão a atrasar esse reforço, visto que a proposta de um novo Regulamento de Acesso, Circulação e Permanência nas Instalações da AR está há um ano parada sem ser apresentada no hemiciclo. As medidas que constam desta proposta incluem que os deputados passem a ser obrigados a ter um cartão de acesso e que tenham de o ‘picar’ quando entram e saem do Parlamento. Além disso, é por vontade dos deputados que não há videovigilância nos corredores dos gabinetes.

Leia a notícia completa no Correio da Manhã (acesso pago).

Bondalti chega a acordo com a banca sobre dívida da Ercros

Após ter adquirido a química espanhola através de uma oferta pública de aquisição (OPA), a Bondalti informa que a Ercros chegou a um entendimento com os bancos credores, tendo em vista gerir uma dívida acumulada que, no final do primeiro trimestre deste ano, chegava aos 168,8 milhões de euros. Neste momento decorre a segunda OPA, de exclusão, cujo período de aceitação termina a 10 de setembro, momento em que a Ercros sairá de bolsa. O prospeto desta segunda OPA refere “uma incerteza sobre a capacidade do grupo Ercros de continuar em funcionamento” devido à “previsão dos administradores da Ercros de não cumprir rácios financeiros”, avança a química portuguesa. A Bondalti garante também no documento que está a trabalhar num novo plano estratégico para a empresa espanhola.

Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso pago).

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