Kristin: Governo aprova mecanismo para indemnizar concessionárias por isenção de portagens
Estado assegura 70% das receitas perdidas pela Brisa, Ascendi e Infraestruturas de Portugal devido à isenção temporária de portagens.
O Conselho de Ministros aprovou na quinta-feira um mecanismo para compensar as concessionárias pela isenção temporária de portagens após a tempestade Kristin, que assolou sobretudo o litoral centro. Empresas vão receber do Estado 70% das receitas perdidas.
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A isenção de cobrança de portagens abrangeu a concessão da Autoestradas do Atlântico (Grupo Brisa) nos troços da A8, entre Valado de Frades e Leiria Nascente, e da A17, entre a ligação da A8 e o nó de Mira. No caso da Ascendi, que opera a A14, a isenção vigorou no troço que liga Santa Eulália ao Nó de Ança. A medida abrangeu ainda a Subconcessão do Litoral Oeste (A19), da Infraestruturas de Portugal, entre o Nó de Azoia e o Nó de S. Jorge.
A dispensa do pagamento de portagens vigorou entre o início de fevereiro e o dia 15 e aplicava-se exclusivamente a viagens com origem ou destino nos nós indicados, não cobrindo o tráfego que apenas atravessasse as autoestradas sem parar na região afetada.
O presidente executivo da Brisa, António Pires de Lima, afirmou em fevereiro no Parlamento que os 30% que cabem à concessionária equivaliam a 700 mil euros de receita.
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