BCP distribui quatro milhões de ações à equipa de gestão liderada por Miguel Maya

Miguel Maya recebeu 871 mil títulos, avaliados em 837,7 mil euros, na data da operação. Banco entregou o equivalente a 0,03% das ações à equipa executiva.

O Banco Comercial Português (BCP) distribuiu mais de quatro milhões de ações pela equipa executiva, liderada por Miguel Maya, no âmbito da sua política de remuneração variável. Os títulos, avaliados em 3,93 milhões de euros, representam cerca de 0,03% das ações do banco, adiantou a entidade em comunicado ao mercado. O CEO recebeu títulos com um valor de 811 mil euros.

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Segundo adiantou em comunicado, enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), o banco distribuiu 4.087.904 de ações pelos administradores executivos, como parte da remuneração variável. “As ações ordinárias, escriturais e nominativas e sem valor nominal atribuídas representam aproximadamente 0,03% da totalidade das ações representativas do capital social do banco”, acrescenta o BCP.

As transações foram formalizadas no dia 25 de maio, com um preço unitário de 0,9616 euros, o que perfaz um investimento total de 3,93 milhões de euros. Deste valor, o CEO recebeu o maior envelope.

Miguel Maya recebeu 871.156 ações, com um valor de 837,7 mil euros. Destaque ainda para a vogal Maria José Campos, a quem foram atribuídas 843 mil títulos, no valor de 811 mil euros. Já os vice-presidentes Miguel de Bragança e João Nuno Palma receberam 649.155 (624 mil euros) e 626.755 ações (602,7 mil euros).

O comunicado explica ainda que o pagamento de remuneração variável diz respeito “aos valores de remuneração variável diferidos relativos aos anos de 2024, 2023, 2022, 2021 e 2020 bem como à remuneração variável de longo prazo referente ao período 2022-2025”.

“Na sequência e em complemento do comunicado feito em 28 de abril de 2026, foram ainda atribuídas 50.006 ações a um conjunto de Dirigentes e outros Colaboradores, que não são membros da Comissão Executiva, a título de ajustamento ao número de ações atribuídas
referentes à remuneração variável diferida de 2024″, acrescenta o BCP.

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