Contas finais indicam que Martinho custou 64,7 milhões de euros às seguradoras
A maior parte dos prejuízos dos sinistros participados (98,6%) diz respeito a seguros de habitações e a seguros de atividades comerciais e industriais.
A Tempestade Martinho provocou 64,7 milhões de euros em danos cobertos por seguros em Portugal, tendo sido feitas 26.600 participações de sinistros cobertos com apólices de seguros avançou a Associação Portuguesa de Seguradores (APS) após apurar os dados junto das suas associadas que são todas as companhias de seguros a operar em Portugal.
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“Do montante total apurado, cerca de 13,3 milhões de euros já foram pagos em indemnizações, enquanto os restantes 51,3 milhões de euros já se encontram provisionados e afetos ao pagamento das indemnizações devidas”, indica a APS em comunicado.
A maior parte dos prejuízos dos sinistros participados (98,6%) diz respeito a seguros de habitações e a seguros de atividades comerciais e industriais.
Os montantes totais finais são muito superiores aos estimados inicialmente previstos pela associação, apesar do aviso de que o total dos montantes pagos e sinistros participados poderiam ser revistos em alta.
A tempestade que assolou Portugal entre os dias 19 e 23 de março provocou danos em várias regiões do país. Os ventos, que chegaram a 158,8 km/h e as chuvas fortes levaram a quedas de árvores, quedas de objetos e inundações.
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