Exército tem ainda “em curso” seis projetos financiados pelo PRR
O ramo das Forças Armadas garante que os projetos estão a cumprir os prazos definidos com a Estrutura de Missão Recuperar Portugal.
Dos onze projetos para os quais o Exército português obteve financiamento de 33 milhões de euros do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), “seis continuam em curso”. O ramo das Forças Armadas garante que os projetos estão a cumprir os prazos definidos com a Estrutura de Missão Recuperar Portugal, entidade que monitoriza a aplicação da ‘bazuca’ europeia, final de agosto.
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“No âmbito dos 11 projetos aprovados no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), cinco encontram-se concluídos e seis continuam em curso”, adianta porta-voz do Exército Português ao ECO/eRadar quando questionado sobre o estado da execução dos projetos via este financiamento europeu.
Onde foi aplicado o dinheiro do PRR
No âmbito da ‘bazuca’ europeia, o Exército tinha obtido um financiamento de 33 milhões de euros, com o maior montante, um total de 31.486.976,31 euros, destinado à reabilitação e modernização de infraestruturas militares, estando prevista a “reabilitação de edifícios que totalizam 427 unidades de alojamento, bem como a renovação de estabelecimentos de ensino, nomeadamente o Colégio Militar e o Instituto dos Pupilos do Exército”, explicou no início do ano o porta-voz deste ramo das Forças Armadas ao ECO/eRadar.
O investimento previa “a criação de um Centro Tecnológico de Informática no Instituto dos Pupilos do Exército e a melhoria das condições de acessibilidade no Arquivo Geral do Exército, através da construção de uma rampa de acesso”.
O segundo pilar a receber mais financiamento foi o da Transição Climática, um total de 1.491.653,22 euros para “três projetos de autoconsumo coletivo destinados a reforçar a eficiência energética”.
No âmbito da Transição Digital, estava ainda contemplado “um projeto associado a um caso de uso de tecnologia 5G, financiado em 148.000 euros”, para “reforçar a capacidade de experimentação e inovação do Exército e a sua adaptação a desafios emergentes no domínio digital, incluindo aplicações com potencial relevância para a instrução e treino”, explicou na altura.
Em abril, três estavam concluídos. Findo o prazo para a conclusão das Agendas Mobilizadoras, junho, qual o ponto de situação? Cinco estão concluídos, mas seis estão por concluir, incidindo, sobretudo, na renovação de alojamento.
“Entre os projetos em curso, o projeto de Alojamento Urgente e Temporário no Exército Português integra 13 empreitadas de obras públicas, das quais sete estão concluídas, tendo permitido criar 185 unidades de alojamento, e seis encontram-se em execução, com previsão de conclusão em agosto de 2026 com a criação de mais 242 unidades”, detalha porta-voz do Exército Português ao ECO/eRadar.
Quanto a prazos? “A execução dos projetos decorre dentro dos prazos contratualizados com a Estrutura de Missão Recuperar Portugal“, garante porta-voz do ramo das Forças Armadas, precisando a data de “31 de agosto”, quando questionado.
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