Hoje nas notícias: Joe Berardo, Ricardo Reis e custo de vida

  • ECO
  • 6 Julho 2026

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

A CGD penhorou a Joe Berardo quatro anos de reembolsos do IRS no valor total de 14.736 euros. Conheça esta e outras notícias em destaque na imprensa nacional esta segunda-feira.

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CGD penhora reembolsos do IRS a Joe Berardo

No âmbito de dois processos de execução de dívidas, a Caixa Geral de Depósitos (CGD) penhorou os reembolsos de IRS de quatro anos a Joe Berardo. A penhora dos reembolsos do IRS é revelada no acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa (TRL) que decretou, em junho, que a CGD pode penhorar e vender os bens herdados por Berardo na herança da mulher para ajudar a pagar uma dívida ao banco público de 60,27 milhões de euros. Segundo este acórdão, a CGD penhorou ao empresário os seguintes valores dos reembolsos de IRS: 3.276 euros; 3.714 euros; 3.693 euros e 4.053 euros, o que perfaz 14.736 euros. O banco público já penhorou ao empresário madeirense, ao todo, bens num valor total superior a 28,2 milhões de euros.

Leia a notícia completa no Correio da Manhã (acesso pago)

Ricardo Reis defende descida do IRS e do IRC

Reconhecendo que Portugal está atualmente numa circunstância financeira muito melhor do que há 15 anos, Ricardo Reis considera que faz sentido reduzir mais o IRS e o IRC, mas ressalva que seria um erro desbaratar o capital acumulado de contas públicas equilibradas. “Essa tem de ser a prioridade”, a par das reformas, defende o economista da London School of Economics, em entrevista ao programa “Conversa Capital”, da Antena 1 e do Jornal de Negócios. “Eu gostava que Portugal continuasse a estar como está agora, dentro dos países que, se houver uma crise, são um porto de abrigo em vez de algo a evitar”, aponta, sublinhando que uma crise associada à dívida soberana “não está, de forma alguma, excluída”, tendo em conta as eleições presidenciais francesas no próximo ano.

Leia a entrevista completa na Antena 1 (acesso livre)

Custo de vida. Quatro em cada dez portugueses dizem estar pior do que há um ano

O mais recente barómetro da Aximage mostra um agravamento da perceção sobre a situação económica das famílias, sendo que 63% dos inquiridos acreditam que continuará a piorar até ao final do ano. Quase quatro em cada dez portugueses consideram que a sua situação económica está hoje pior do que há um ano, com 39% dos inquiridos a sentirem um agravamento das suas condições financeiras, enquanto apenas 14% dizem estar melhor. Uma maioria relativa (47%) afirma que a situação se manteve.

Leia a notícia completa no Diário de Notícias (acesso pago)

Gastos com medicamentos oncológicos nos hospitais mais do que triplicaram em dez anos

A despesa hospitalar com medicamentos oncológicos passou de 250 milhões de euros em 2016 para 864,4 milhões em 2025, o que representa um aumento de 246%. Este ano, só nos primeiros quatros meses, a despesa em oncologia continua a ser a maior no conjunto dos gastos com medicamentos nos hospitais: 320,1 milhões em 915,1 milhões de euros, o equivalente a 35% do total dos gastos em medicamentos. O valor traduz ainda um aumento de 7,8% face ao período homólogo de 2025 e em mais 80,7 milhões de euros em relação a março deste ano, segundo mostram os relatórios de monitorização do mercado divulgados pelo Infarmed. Os documentos revelam ainda que, entre 2020 e 2025, foram aprovados para financiamento público nesta “área prioritária” 26 medicamentos oncológicos.

Leia a notícia completa no Público (acesso condicionado)

Bial perde “dezenas de milhões” com fracasso do terceiro medicamento

O CEO da Bial, António Portela, tinha a esperança de que a empresa daria ao mundo, até 2030, o primeiro medicamento capaz de travar a progressão da doença de Parkinson. Em cada 15 mil moléculas que a Bial investiga, apenas uma chega ao mercado, pelo que o grosso do trabalho dos seus cientistas vai para o lixo. É o que acabou por acontecer ao projeto BIA 28-6156, que a farmacêutica controlada pela família Portela tinha em curso há vários anos e já em fase clínica, tendo sido incluídos 273 doentes com GBA-PD geneticamente confirmada ao longo de 18 meses, em 85 centros clínicos de 11 países na Europa e na América do Norte. “Os custos associados ao desenvolvimento da molécula e aos estudos inerentes são sempre elevados, podendo chegar a várias dezenas de milhões de euros, embora ainda não tenhamos dados finais”, revela fonte oficial da Bial.

Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso pago)

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