Hoje nas notícias: orçamento familiar, Governo madeirense e PSP
Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.
Uma sondagem revela que, apesar da pressão do crédito à habitação sobre os orçamentos familiares e de já haver quem esteja a cortar noutros encargos, as famílias não estão a renegociar empréstimos junto dos bancos. Na Madeira, o Tribunal de Contas participou ao departamento do Ministério Público que investiga a criminalidade altamente organizada suspeitas relacionadas com o financiamento de uma associação particular de apoio a idosos por parte do Governo regional. Conheça estas e outras notícias em destaque na imprensa nacional esta quinta-feira.
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Sondagem: maioria já corta em restaurantes, mas não renegoceia crédito da casa
A maioria dos inquiridos com crédito à habitação (56,8%) numa sondagem da Intercampus declaram ter cortado ou ir cortar noutras despesas que não a prestação ao banco, enquanto apenas 28% dizem não o pretender fazer e 15,3% não sabem ou não respondem. Dos que indicam que já estão ou pretendem reduzir outros gastos, os cortes variam. O principal — identificado por 82,1% da amostra — diz respeito ao consumo em restaurantes, seguindo-se roupa ou acessórios (73,9%), viagens ou deslocações não necessárias (67,9%) e produtos culturais (61,9%). Entre os segmentos identificados por menos de metade dos inquiridos em causa estão ainda as férias (45,5%), andar de carro (33,6%) e comida (21,6%).
Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso pago).
Relações entre Governo madeirense e IPSS levantam suspeitas de crime
O Tribunal de Contas (TdC) participou ao departamento do Ministério Público que investiga a criminalidade altamente organizada suspeitas relacionadas com o financiamento de uma associação particular de apoio a idosos por parte do Governo da Madeira. A auditoria da secção regional do TdC chama a atenção para uma situação “alarmante”, de “negligência grave” e de “irracionalidade financeira”, exigindo nuns casos a reposição de verbas públicas alegadamente indevidamente usadas pelos dirigentes regionais para pagar à instituição de solidariedade social Atalaia Living Care, e, noutros, aplicando-lhes multas no valor mínimo de 2.550 euros. Entre 2019 e 2021, esta associação recebeu 21,7 milhões de euros do erário público através de contratos-programa para assegurar cuidados de saúde continuados com recurso a 733 camas.
Leia a notícia completa no Público (acesso pago).
PSP não foi avisada da ameaça terrorista pelo que não adequou segurança de Montenegro e Marcelo
Além das Secretas, também a PSP não foi informada dos ataques que os membros do Movimento Armilar Lusitano (MAL) planeavam contra o primeiro-ministro, Luís Montenegro, e contra o então Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa. Por isso, não pôde adequar o dispositivo de segurança dos dois governantes, uma competência do seu Corpo de Segurança Pessoal. “A Polícia de Segurança Pública nunca recebeu (até ao momento), qualquer informação dos órgãos competentes que permitisse gerir o dispositivo de segurança pessoal e físico, de forma a garantir uma adequada resposta a esta eventual ameaça”, afirmou, numa resposta ao jornal Público.
Leia a notícia completa no Público (acesso pago).
Jacques Rodrigues. ‘Barão da imprensa cor-de-rosa’ falido com dívida de 36,7 milhões de euros
No final de maio, o Tribunal da Relação de Lisboa (TRL) decretou a falência pessoal de Jacques Rodrigues, conhecido como o “barão da imprensa cor-de-rosa”. O dono do grupo Impala tinha apresentado um recurso de oposição à sua insolvência pessoal, que foi proferida pelo tribunal de primeira instância em dezembro passado, mas o TRL não acolheu os seus argumentos. A falência pessoal de Jacques Rodrigues foi pedida pela Ares Lusitani, uma sociedade de operações de titularização de créditos, que reclama o pagamento de uma dívida de 1,2 milhões de euros, resultante de um crédito que comprou ao Novobanco e no qual o empresário é avalista. Segundo a lista provisória de credores, a dívida total de Jacques Rodrigues ascende a 36,7 milhões de euros.
Leia a notícia completa no Correio da Manhã (acesso pago).
Presidente do Sindicato dos Funcionários Judiciais não fecha porta a novas greves
A presidente do Sindicato dos Funcionários Judiciais, Regina Soares, revela que faltam 1.900 funcionários judiciais na justiça portuguesa, apontando que há um défice que joga em contraciclo com o aumento dos processos que entram em tribunal. “Está a sair para a reforma um funcionário por dia”, afirma, numa entrevista ao podcast ‘Direito à Justiça’. Os relatos são de que estes profissionais estão exaustos e a ser pressionados pelas estatísticas, havendo queixas de falta de formação, de excesso de processos, de falta de apoio no alojamento e na saúde mental. A presidente do sindicato avisa que não fecha a porta a novas greves no setor.
Leia a notícia completa na Renascença (acesso livre).
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