Ações da Impresa fecham segunda em queda de 9,6%
Os títulos da dona da SIC tinham disparado mais de 30% na sexta-feira, no seu melhor dia desde setembro do ano passado. Na manhã desta terça-feira, os títulos estão a valorizar para os 0,235.
As ações da Impresa registaram esta segunda-feira uma quebra de 9,64%, terminando a sessão nos 0,225 euros. O ajuste ocorre após quatro sessões de ganhos consecutivos, com principal destaque para a escalada superior a 30% na sexta-feira. Na manhã desta terça-feira, pelas 10h15, os títulos estão a valorizar para os 0,235, um aumento de 4,44%.
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Durante a sessão de segunda-feira, os títulos chegaram a registar uma valorização superior a 4%, levando a bolsa a suspender as negociações temporariamente. Tal deveu-se ao mecanismo de circuit breaker que é automaticamente acionado quando se registam subidas ou descidas muito significativas de uma ação.
Esse mecanismo já tinha sido ativado na sexta-feira, quando os títulos do grupo de media aceleraram 31,05% para 0,249 euros, naquele que foi o melhor dia desde setembro do ano passado.

Só nas últimas cinco sessões, desde 15 de julho, as ações da Impresa valorizaram 29,41%. A subida começou a 14 de julho, tendo crescido, até ao momento, dos 0,1812 euros do fecho de 13 de julho até aos 0,2350 euros da manhã desta terça-feira sem explicação evidente e com volumes de negociação muito superiores ao habitual.
Com este desempenho, a Impresa vale agora cerca de 37,88 milhões de euros (dados da Refinitiv) a preços de mercado – um valor acima daquele a que a empresa foi ‘vendida’ aos italianos do grupo MFE, que injetaram em março cerca de 17 milhões através de um aumento de capital a um preço de 0,206 euros por ação.
Este mês, soube-se que a MFE está a preparar o lançamento de uma plataforma única de streaming para os mercados europeus onde opera, com uma estratégia de conteúdos descentralizada e focada nas especificidades de cada mercado.
(noticia atualizada às 10h44 de 21 de julho)
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