Hoje nas notícias: Secretas, fundo soberano e Elevolution
Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.
Os serviços de informação não foram informados dos ataques que os membros do Movimento Armilar Lusitano (MAL) queriam levar a cabo contra o primeiro-ministro e contra o agora ex-presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa. Ao mesmo tempo que decidiu desinvestir em posições em empresas, o Governo avança para a concentração de participações dispersas numa entidade, através da criação do fundo soberano, anunciado pelo primeiro-ministro no congresso do PSD. Conheça as notícias em destaque na imprensa nacional esta terça-feira.
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Secretas não foram avisadas de ameaças contra Luís Montenegro e Marcelo
Os serviços de informação, especificamente através da Unidade de Coordenação Antiterrorismo (UCAT) — um órgão de coordenação e partilha de informações, no âmbito da ameaça e do combate ao terrorismo — não foram informados dos ataques que o Movimento Armilar Lusitano (MAL) planeava contra o primeiro-ministro, Luís Montenegro, e contra o agora ex-Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, entre outros. Os planos do grupo foram identificados no final do ano passado, após a conclusão de perícias informáticas aos oito terabytes de dados apreendidos nas buscas ao MAL, em junho desse ano. Quando descobriram o que se tinha passado entre o início de 2024 e meados de 2025, tanto a Polícia Judiciária (PJ) como o Ministério Público não partilharam a informação com a UCAT.
Leia a notícia completa no Público (acesso pago).
Fundo soberano avança quando Estado está a sair de empresas
O anúncio da criação, pelo Governo, de um fundo soberano para juntar e investir em empresas e setores estratégicos, concentrando aquelas que estão dispersas atualmente por diversas entidades, e integrando outras que sejam “estratégicas” e deem retorno, coincide com a venda de posições não estratégicas do Estado em empresas, a aguardar formalização. A única certeza, para já, é que a posição na Galp Energia, empresa em processo de fusão de áreas de negócio com a espanhola Moeve e em que o Estado detém 8%, não é para vender. Os setores estratégicos em causa são quatro e em todos estão a acontecer movimentações: na energia; na banca; nas comunicações; e na gestão de aeroportos.
Leia a notícia completa no Público (acesso pago).
Tribunal manda arrestar ações da Elevolution na Rotas do Algarve
A participação de 42% que a Elevolution Engenharia detém na empresa concessionária Rotas do Algarve Litoral encontra-se arrestada por decisão do Tribunal Judicial de Comarca de Lisboa. A sentença consta de um despacho que data do passado dia 5 de junho e servirá de garantia para o pagamento de uma dívida da Elevolution à Segurança Social, avaliada em cerca de 863 mil euros. A Rotas do Algarve Litoral — que tem ainda como acionistas a Conduril e Tecnovia, detentoras de 24% e 34% do capital, respetivamente — é responsável pela gestão, requalificação e exploração de infraestruturas rodoviárias nesta região do país, com foco principal na Estrada Nacional 125 (EN125). A decisão do tribunal surge na sequência de uma reclamação efetuada por um antigo administrador da Elevolution Engenharia cujos bens haviam sido arrestados como forma de garantir o pagamento das dívidas da empresa.
Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (ligação indisponível).
Associações dizem que proposta da PSU criminaliza a pobreza
A proposta do Governo para a criação da Prestação Social Única (PSU) é uma “criminalização da pobreza” e apresenta uma “narrativa de combate aos pobres e não à pobreza”, além de que “corre o risco de se traduzir numa visão redutora das dinâmicas sociais, comprometendo a adequação das respostas às diferentes situações de vulnerabilidade”, escrevem a Ordem dos Assistentes Sociais (OAS) e o Movimento Erradicar a Pobreza nos seus contributos enviados à Assembleia da República, num momento em que aí decorre a discussão da medida na especialidade. Embora reconheça “potenciais” vantagens na medida, a OAS, em particular, critica o que diz ser uma desvalorização da natureza estrutural da pobreza, já que esta tende a ser interpretada “como uma manifestação primordialmente individual”. No mesmo sentido, o Movimento Erradicar a Pobreza insiste que “a pobreza não é uma fatalidade, mas o resultado da injustiça social”.
Leia a notícia completa no Público (acesso pago).
Produtores de leite pedem fiscalização à guerra de preços nos hipermercados
Excesso de produção no espaço europeu, desvalorização do leite em pó e entrada de maiores volumes de leite a baixo preço, incluindo de origem açoriana, no mercado nacional para consumo direto são alguns dos fatores que, segundo o presidente da APROLEP – Associação dos Produtores de Leite, estão a levar a uma “guerra de preços” nos hipermercados que “pode colocar as produções leiteiras em causa”. Nos últimos dias, foram registadas promoções de leite açoriano entre 79 e 84 cêntimos por litro, valores que chegam a ficar abaixo da marca própria da grande distribuição, normalmente o segmento mais barato, situada em torno de 86 cêntimos. “Quando temos uma marca própria abaixo das marcas mais baratas, é um sinal ao mercado de que o preço está para baixar”, refere Miguel Silva, alertando que o excesso de produção a nível europeu está a levar ao desvio de leite que antes era destinado à produção de leite em pó para leite embalado, aumentando a pressão sobre o mercado interno.
Leia a notícia completa no Jornal Económico (acesso pago).
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