Se fosse noutro país, Centeno já se teria demitido

A presidente do CDS-PP e candidata centrista à presidência da Câmara Municipal de Lisboa considera, no ECO taks, que o ministro das Finanças "está francamente fragilizado".

Assunção Cristas, líder do CDS-PP e candidata à presidência da Câmara Municipal de Lisboa, é a convidada desta terceira edição do ECO Talks. A centrista está no Pestana Palace para responder a todas as questões que a atualidade impõe. Qual a saída para a polémica da Caixa Geral de Depósitos que resultou no puxão de orelhas de Marcelo Rebelo de Sousa ao ministro das Finanças, Mário Centeno? Qual o estado do país numa semana em que se conheceram os dados do crescimento económico relativos a 2016? E que estratégia para vencer as autárquicas deste ano?

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16 Fevereiro, 20179:05

Bom dia.

Depois do café da manhã, está tudo a postos para o arranque da entrevista. Assunção Cristas já está na sala e irá responder às questões do ECO sobre a CGD, sobre o estado do país e sobre a corrida à presidência do município de Lisboa.
Acompanhe.

Paula Nunes / ECO

16 Fevereiro, 20179:17
Não podemos dar o caso [da CGD] por encerrado”

A entrevista é conduzida por António Costa, publisher do ECO. E a primeira pergunta diz respeito ao caso da CGD: dá o caso por encerrado?

“De facto, não há aqui um caso encerrado. Do ponto de vista do Parlamento e do CDS, é nosso dever escrutinar os membros do Governo. Parece-me grave que alguém vá a uma comissão de inquérito e não diga toda a verdade”, começa por dizer Assunção Cristas, referindo-se a Mário Centeno.
Fala de um “bloqueio de informação” que “não é correto”: “O próprio ministro e as forças de esquerda que apoiam o Governo deviam ser as primeiras a ter disponibilidade” para esclarecer a situação.
“Não podemos dar o caso por encerrado”, aponta.


16 Fevereiro, 20179:18
keyNão podemos dar o caso [da CGD] por encerrado”

A entrevista é conduzida por António Costa, publisher do ECO. E a primeira pergunta diz respeito ao caso da CGD: dá o caso por encerrado?

“De facto, não há aqui um caso encerrado. Do ponto de vista do Parlamento e do CDS, é nosso dever escrutinar os membros do Governo. Parece-me grave que alguém vá a uma comissão de inquérito e não diga toda a verdade”, começa por dizer Assunção Cristas, referindo-se a Mário Centeno.
Fala de um “bloqueio de informação” que “não é correto”: “O próprio ministro e as forças de esquerda que apoiam o Governo deviam ser as primeiras a ter disponibilidade” para esclarecer a situação.
“Não podemos dar o caso por encerrado”, aponta.
16 Fevereiro, 20179:19

“Se fosse noutro país, já não haveria ministro das Finanças em funções”, remata a líder centrista. “Todos nós erramos, mas pelo menos que o dissesse com franqueza”, reconhece.

16 Fevereiro, 20179:22

“O ministro está francamente fragilizado. Neste momento, no Parlamento, atingiu-se um momento de grande gravidade que é: como isto é tão incómodo, vamos bloquear. Não me parece que é forma própria de lidar com as situações em democracia”, defende Assunção Cristas, e acrescenta: “A responsabilidade é do primeiro-ministro e é ele que tem de assumir e explicar, com base na verdade.”

Admite que o ministro Mário Centeno continue em funções? “Temos o direito de saber a verdade”, responde, falando numa “atitude de prepotência e arrogância” por parte do executivo.
16 Fevereiro, 20179:24
key CDS-PP pode pedir audiência a Marcelo Rebelo de Sousa

“Da minha parte não excluo pedir uma audiência ao Presidente da República para discutir estas questões do funcionamento do Parlamento”, anuncia Assunção Cristas, referindo-se à polémica da CGD.

16 Fevereiro, 20179:25

É este caso da CGD comparável com o dos swaps que envolveu a ex-ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque?

“Não há comparação possível”, diz Assunção Cristas, indicando que, nessa altura, tudo foi discutido e escrutinado pelos deputados no Parlamento.
16 Fevereiro, 20179:26

“Trabalharemos com os instrumentos ao nosso alcance para ir o mais longe possível” nesta questão, reforça a líder centrista.

“O primeiro-ministro é muitíssimo hábil em retirar-se de cena em qualquer situação incómoda”, acrescenta.
16 Fevereiro, 20179:27

“Eu gostava de ouvir a verdade. É verdade que não tenho muita expectativa nessa matéria”, aponta Assunção Cristas.

16 Fevereiro, 20179:30
Fala-se agora do défice.
O CDS nunca pôs as fichas na questão do défice. Além de saber o número do défice, é importante perceber como é lá se chega.” Assunção Cristas diz que em Portugal se assiste ao “maior corte conhecido no investimento público” e garante que, em “2016, ficou abaixo do anterior Governo”.
Depois, alerta para a “degradação do investimento” público.
16 Fevereiro, 20179:33
key Cristas: “A dívida subiu e não está a descer como deveria de estar

O mundo cor de rosa de Mário Centeno não está assim tão cor de rosa. Mário Centeno nunca fala da dívida”, acusa a líder do CDS-PP.

Compara com os tempos de agora com o “tempo de José Sócrates”, em que, diz, “a dívida subiu 45 pontos percentuais”: “A dívida subiu e não está a descer como deveria de estar”, alerta.
Depois, acusa Mário Centeno de prometer um crescimento económico acima de 2% e de apresentar, agora, um crescimento do PIB na ordem dos 1,4%.
16 Fevereiro, 20179:33
Fala-se agora do défice.
O CDS nunca pôs as fichas na questão do défice. Além de saber o número do défice, é importante perceber como é lá se chega.” Assunção Cristas diz que em Portugal se assiste ao “maior corte conhecido no investimento público” e garante que, em “2016, ficou abaixo do anterior Governo”.
Depois, alerta para a “degradação do investimento” público.
16 Fevereiro, 20179:34

Reconhece a importância de sairmos do Procedimento por Défices Excessivos (PDE)? “Com certeza que reconheço”, admite Assunção Cristas.

16 Fevereiro, 20179:36

“Olhamos para este Governo e pensamos: onde é que há uma estratégia de internacionalização do país? Não vejo. Olhe que eu fiz muitas milhas com muito esforço para ajudar as empresas a internacionalizarem-se”, garante. “Não vemos o ministro da Economia a dar volta nenhuma”, frisa.

16 Fevereiro, 20179:38
key Números do emprego são “possivelmente” mérito do anterior Governo

Foram criados quase 100.000 postos de trabalho em 2016. Reconhece a importância?

“Todos os números que tenham a ver com o emprego devem ser saudados. Essa criação de emprego agora tem muito possivelmente a ver com as reformas laborais feitas pelo anterior Governo e que não foram mexidas”, garante Assunção Cristas.
16 Fevereiro, 20179:39

“O primeiro-ministro não responde à [questão] da dívida”, sublinha a líder do CDS-PP, acusando o primeiro-ministro de se escudar na dívida líquida.

16 Fevereiro, 20179:43

Assunção Cristas faz um apontamento, dizendo que agora “voltou a saber-se em que dia é que há emissões de dívida. Voltou a ser notícia a ida do país ao mercado para se financiar”, a taxas “de 4,2%” quando, “no anterior Governo, foi 2,6%”.

“Isso é um sinal gravíssimo. Devíamos ter ultrapassado essa fase e não ultrapassámos. Hoje já se sabe quando se vai ao mercado, já se discute os juros, voltámos a ter uma conversa que já não deveríamos voltar a ter”, alerta.
16 Fevereiro, 20179:46

Assunção Cristas, presidente do CDS-PP, no ECO Talks.

Paula Nunes/ECO

João Santana Lopes
16 Fevereiro, 20179:49
key Cristas: “Já disse ao primeiro-ministro que não tem condições para lá estar”
Por momentos, fala-se da outra polémica da descida da TSU, que caiu no Parlamento por falta de apoio da maioria de esquerda.
Assunção Cristas volta à ofensiva: “É um Governo muito pouco sério na sua atuação, muito ligeiro na forma como trata os assuntos. Seja no assunto da CGD e das declarações de rendimentos”, seja na baixa da TSU: “Tinha a responsabilidade de procurar apoios e, se não os tinha, não se podia comprometer”, diz a líder do CDS-PP sobre o chefe do Governo, António Costa.
“Falhou a maioria parlamentar de esquerda. Eu já disse no Parlamento, de caras com o primeiro-ministro, que ele não tem condições para lá estar”, recorda.
O primeiro-ministro tem de garantir aquilo que prometeu ao Presidente da República que é uma maioria estável e duradoura”, sublinha. E, para a centrista, não é o que está a verificar.
16 Fevereiro, 20179:51

key Eleições antecipadas? “É prematuro”

Eleições antecipadas seria uma solução, questiona o ECO?

“É prematuro a partir do momento em que o Governo tem quem lhe aprove os orçamentos. Estes episódios não são bons para o país, mas nos momentos centrais há união. Acho que isso é o que é importante”, refere.
16 Fevereiro, 20179:54

Como vê Assunção Cristas a venda do Novo Banco a um fundo como o Lone Star?

Para a líder, “já nos basta” a CGD: O CDS é absolutamente defensor de um banco 100% público”. Ainda assim, a venda do Novo Banco é “um dossier que já deveria estar fechado”.
16 Fevereiro, 20179:55

O Banco de Portugal está a fazer o seu papel? “Não tenho informação para além da da comunicação social”, indica.

16 Fevereiro, 20179:56

“Não podemos dar o caso [da CGD] por encerrado”, diz Assunção Cristas.

Paula Nunes/ECO

João Santana Lopes
16 Fevereiro, 201710:01
key Lisboa: “O PSD tem uma estratégia diferente”
O próximo tema é as autárquicas, com Assunção Cristas na corrida à presidência da Câmara Municipal de Lisboa pelo CDS-PP. “Neste momento é muito claro que os dois partidos têm a sua autonomia, a sua estratégia, o seu espaço”, começa por dizer sobre a relação que o partido mantém com o PSD.
“A orientação definida no congresso foi procurar aumentar a expressão autárquica”, pelo que é preciso “procurar em cada concelho a melhor solução”. “Vamos coligados com o PSD em muitas câmaras. Fomos em 22 câmaras” em 2013, lembra.
“Em relação a Lisboa, a nossa posição foi muito clara: falei em tempo com o presidente do PSD. O PSD tem uma estratégia diferente e respeitamos essa estratégia”, aponta.
“A partir do momento que o PSD diz publicamente que vai ter um candidato, penso que o assunto está encerrado”, remata a candidata.
16 Fevereiro, 201710:03
key Ganhar Lisboa? “Tenho de ser realista e sei que é difícil”
“Trabalharei para ser presidente da Câmara de Lisboa”, promete. E, modéstia à parte, “acho que faria muito bem, gosto muito da cidade”, aponta a candidata do CDS-PP.
No entanto, reconhece a dificuldade de vencer a corrida face a um provável candidato do PS, Fernando Medina, a ganhar força: “Tenho de ser realista e sei que é difícil”, frisa.
16 Fevereiro, 201710:04

“É mais importante ser ministra ou presidente da Câmara de Lisboa? Acho que é tão importante uma [função] como a outra”, defende Assunção Cristas.

16 Fevereiro, 201710:05

“Não nos podemos esquecer que estamos na cidade mais envelhecida da Europa. É sobre essa cidade que eu não vejo nenhuma ação da Câmara Municipal de Lisboa”, acusa Cristas.

16 Fevereiro, 201710:08
Sobre as obras levadas a cabo pelo atual presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina, Assunção Cristas garante que não é suficiente: “Há obra feita. Mas então venha comigo ver os bairros sociais.”

“Certamente que as questões sociais estão no topo das minhas prioridades. Obviamente que o meu programa terá muitíssimas coisas para todas as áreas, mas se me pergunta qual é a minha preocupação, é o [setor] social”, responde a candidata.

16 Fevereiro, 201710:09

Assunção Cristas a responder às questões do ECO no Pestana Palace, em Lisboa.


Paula Nunes /ECO

16 Fevereiro, 201710:10

“O que os turistas dizem que gostam mais em Portugal é a autenticidade. Lisboa tem essa marca histórica. Lisboa pode recuperar essa imagem de marca de abertura, de ambição”, garante a líder do CDS-PP.

16 Fevereiro, 201710:13
Sobre a passagem da gestão da Carris para a autarquia de Lisboa, Assunção Cristas diz que o que a “preocupa agora é como é que a Carris, que veio limpa de dívida, vai para a gestão da Câmara Municipal” de Lisboa.
“Anunciam medidas que ainda não percebemos se é o Estado ou a Carris que paga. Espero que a Carris não se volte a endividar. E há outras questões, como a renovação da frota, etc.”, diz, indicando que não se sabe “o que é que vai comprar, como é que vai comprar, como é que vai ser”.
“Há uma grande pressa em fazer anúncios, mas não explicam os planos”, acusa a presidente do CDS.
16 Fevereiro, 201710:20
key Aeroporto “precisa de ser complementado”, mas falta informação
A conversa entra agora na fase final, com o dossier do Portela+1 em cima da mesa. Assunção Cristas refere que “quando o aeroporto começa a ter limitações, precisa de ser complementado. Esse é o ponto complementar”.
No entanto, o problema é a falta de informação prestada pelo Executivo, refere a líder do CDS-PP. “Diz o Governo que está quase fechado para o Montijo, dizem que há estudos” que, depois, não são divulgados. “Há ou não há estudos?”, questiona a líder do CDS-PP. E acrescenta: “Estas coisas não se podem fazer de fé. Têm de explicar porquê o Montijo.”
“Não tenho estados de alma nesta matéria. Não tenho forma de dizer que é um ou outro, nem meios para o fazer. Do nosso lado, parece-me evidente que é muito importante avançarmos neste processo. E o Governo está atrasado”, conclui.
16 Fevereiro, 201710:25

“Não podemos dar o caso [da CGD] por encerrado”, diz Assunção Cristas.

Paula Nunes/ECO

João Santana Lopes
16 Fevereiro, 201710:26

Assunção Cristas, presidente do CDS-PP, no ECO Talks.

Paula Nunes/ECO

João Santana Lopes
16 Fevereiro, 201710:43
key Em suma…

A quarta edição do ECO Talks, com Assunção Cristas, termina por aqui. Vamos aos pontos-chave:

– Sobre a CGD, diz que o assunto “não está encerrado” e considera grave que a maioria de esquerda esteja a “bloquear” a divulgação de informação relevante no Parlamento. Por isso, o CDS-PP pode vir a pedir uma audiência ao Presidente da República.
– Sobre a dívida, diz que “subiu e não está a descer como deveria de estar”. Mário Ceteno vive num “mundo cor de rosa” que “não está assim tão cor de rosa”, alerta.
– Sobre os números do emprego, dá como “muito provável” que os mais de 100.000 postos criados sejam mérito das reformas laborais do anterior Governo.
– Sobre eventuais eleições antecipadas, defende que é “prematuro” enquanto o Governo tiver “quem lhe aprove os orçamentos”.
– Sobre a venda do Novo Banco, refere que o CDS defende a manutenção de um banco público, mas que “já nos basta” a CGD. É preciso fechar o dossier o quanto antes.
– Sobre Lisboa e uma eventual coligação com o PSD nas autárquicas, garante que o assunto “está encerrado” a partir do momento em que Passos Coelho diz publicamente que os sociais-democratas terão um candidato próprio.
– Sobre vencer as autárquicas, reconhece que vai ser “difícil” face a um candidato do PS a ganhar força.
– Sobre a passagem da gestão da Carris para a Câmara Municipal de Lisboa, diz que falta informação e espera que a empresa pública não se volte a endividar.
– Sobre o Portela+1, aponta que o aeroporto de Lisboa “precisa de ser complementado”, mas que o Governo tem de apresentar estudos para provar que o Montijo é mesmo a melhor opção.
As conferências ECO Talks realizam sempre que a atualidade o justificar. A quarta edição fica por aqui. Obrigado por ter acompanhado o nosso liveblog.
16 Fevereiro, 201710:47
key Em suma…

A quarta edição do ECO Talks, com Assunção Cristas, termina por aqui. Vamos aos pontos-chave:

– Sobre a CGD, diz que o assunto “não está encerrado” e considera grave que a maioria de esquerda esteja a “bloquear” a divulgação de informação relevante no Parlamento. Por isso, o CDS-PP pode vir a pedir uma audiência ao Presidente da República.
– Sobre a dívida, diz que “subiu e não está a descer como deveria de estar”. Mário Ceteno vive num “mundo cor de rosa” que “não está assim tão cor de rosa”, alerta.
– Sobre os números do emprego, dá como “muito provável” que os mais de 100.000 postos criados sejam mérito das reformas laborais do anterior Governo.
– Sobre eventuais eleições antecipadas, defende que é “prematuro” enquanto o Governo tiver “quem lhe aprove os orçamentos”.
– Sobre a venda do Novo Banco, refere que o CDS defende a manutenção de um banco público, mas que “já nos basta” a CGD. É preciso fechar o dossier o quanto antes.
– Sobre Lisboa e uma eventual coligação com o PSD nas autárquicas, garante que o assunto “está encerrado” a partir do momento em que Passos Coelho diz publicamente que os sociais-democratas terão um candidato próprio.
– Sobre vencer as autárquicas, reconhece que vai ser “difícil” face a um candidato do PS a ganhar força.
– Sobre a passagem da gestão da Carris para a Câmara Municipal de Lisboa, diz que falta informação e espera que a empresa pública não se volte a endividar.
– Sobre o Portela+1, aponta que o aeroporto de Lisboa “precisa de ser complementado”, mas que o Governo tem de apresentar estudos para provar que o Montijo é mesmo a melhor opção.
As conferências ECO Talks realizam sempre que a atualidade o justificar. A quarta edição fica por aqui. Obrigado por ter acompanhado o nosso liveblog.
16 Fevereiro, 201710:48
Não podemos dar o caso [da CGD] por encerrado”

A entrevista é conduzida por António Costa, publisher do ECO. E a primeira pergunta diz respeito ao caso da CGD: dá o caso por encerrado?

“De facto, não há aqui um caso encerrado. Do ponto de vista do Parlamento e do CDS, é nosso dever escrutinar os membros do Governo. Parece-me grave que alguém vá a uma comissão de inquérito e não diga toda a verdade”, começa por dizer Assunção Cristas, referindo-se a Mário Centeno.
Fala de um “bloqueio de informação” que “não é correto”: “O próprio ministro e as forças de esquerda que apoiam o Governo deviam ser as primeiras a ter disponibilidade” para esclarecer a situação.
“Não podemos dar o caso por encerrado”, aponta.


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Se fosse noutro país, Centeno já se teria demitido

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