🚨 Sirenes de alerta de tsunami tocam em Lisboa para testar sistema
Durante cerca de meia-hora, as quatro sirenes já instaladas na capital vão ser testadas, verificando a capacidade de resposta do novo sistema.

O exercício LisbonWave 2026 vai decorrer nesta terça-feira em quatro locais da capital portuguesa, num teste à capacidade de resposta das sirenes aí instaladas. O sistema faz parte de um programa preparado para alertar e encaminhar, através de rotas de encaminhamento, a população e os turistas para pontos de encontro, longe das ondas que poderão invadir Lisboa em caso de um tsunami como o vivido após o terramoto de 1 de novembro de 1755.
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O exercício decorre entre as 10h30 e as 12h00, com uma sequência de toques e mensagens de voz em português e inglês. As sirenes instaladas estão na Praça do Império, na Ribeira das Naus, no Passeio Carlos do Carmo e na Doca de Alcântara.
Estas duas são as mais recentes, após as primeiras instalações no final do ano passado, quando foi realizado um teste de fuga, a 19 de novembro. Haverá ainda mais seis sirenes, num total de dez, segundo o plano da autarquia, num objetivo de cobrir toda a frente ribeirinha até ao final do atual mandato de Carlos Moedas, em 2029.
Sempre que se verificar um abalo sísmico, por precaução, os cidadãos devem afastar-se o mais possível da zona ribeirinha – mesmo num sítio onde não haja um aviso de alerta de tsunami – procurar um local mais alto e seguro.
“A cidade encontra-se exposta a vários riscos naturais, como sismos, tsunamis, inundações, entre outros”, diz o autarca, citado em comunicado, acrescentando que com este exercício se pretende que a “população disponha de toda informação e esteja prepara para situações de emergência com as quais poderá vir a ser confrontada no futuro”.
A 9 de março, a Câmara de Lisboa e as freguesias efetuaram um outro exercício, onde se trabalharam soluções como as rotas de evacuação.
“Sempre que se verificar um abalo sísmico, por precaução, os cidadãos devem afastar-se o mais possível da zona ribeirinha – mesmo num sítio onde não haja um aviso de alerta de tsunami – procurar um local mais alto e seguro”, afirma o diretor da Proteção Civil municipal, André Fernandes. Em caso de sismo, um dos sinais que deverá constituir motivo para alerta é o recuo da água do Tejo.
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