Elisa Ferreira: Queremos “ser um dos bancos mais eficientes do eurosistema”

Elisa Ferreira, a agora vice-governadora do Banco de Portugal, defende que a nova administração do banco é "coesa" e que vão trabalhar para que seja "um dos bancos mais eficientes do eurosistema".

Elisa Ferreira garante que a nova administração do Banco de Portugal (BdP) vai continuar o trabalho dos seus antecessores, mantendo-se “coesa” e trabalhando para “fazer sempre melhor”. A agora vice-governadora do banco central liderada por Carlos Costa afirma que vão garantir a estabilidade do sistema financeiro e “ser um dos bancos mais eficientes do eurosistema”.

Afirmar a “capacidade do banco enquanto autoridade monetária”, garantir a robustez do sistema financeiro, promover o conhecimento sobre a economia portuguesa e ser um dos “bancos mais eficientes” da Zona Euro. Estes são os grandes objetivos que Elisa Ferreira aponta à nova administração do banco central.

Isto na apresentação pública dos novos vice-governadores do Banco de Portugal, Elisa Ferreira e Máximo dos Santos, e de dois novos administradores, Ana Paula Serra e Luís Laginha de Sousa, no Salão Nobre do Ministério das Finanças.

Elisa Ferreira, falando em nomes dos quatro novos responsáveis, diz que vão prosseguir “os objetivos adotados pelo conselho de administração” referentes ao mandato 2017 a 2020. A nova vice-governadora diz que o Banco de Portugal deve prosseguir os objetivos “consciente do passado, mas não prisioneiros dele”.

Em junho, quando esteve no Parlamento, Elisa Ferreira, que era a responsável pela supervisão bancária no BdP, realçou que durante o último ano houve um reforço do sistema bancário, nomeadamente em entidades como a CGD, BCP e BPI, faltando vender o Novo Banco e estabilizar o Montepio.

“Falta estabilizar um banco, que não é sistémico, mas é prioritário, que é a Caixa Económica Montepio Geral“, afirmou Elisa Ferreira durante a audição no parlamento no âmbito da sua promoção a vice-governadora do banco central português. A responsável também sublinhou que “falta terminar a venda” do Novo Banco, mostrando-se confiante na conclusão do processo.

Na mesma audição, Elisa Ferreira aproveitou para realçar a importância de “acelerar a limpeza dos NPL”. Ou seja, do crédito malparado. “Cabe-nos apoiar a aceleração deste processo”, referiu, e é por isso que estão a “criar o enquadramento mais adequado para que este processo decorra com celeridade”.

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