CGD: A marca de automóveis preferida dos gestores é…

Além dos rendimentos, os ex-gestores da CGD tiveram de revelar o património. Há o dinheiro que têm nas contas, a render ou não, mas também os imóveis e, claro, os automóveis.

Nas declarações que os seis ex-responsáveis da CGD entregaram ao Tribunal Constitucional (TC) — cinco não o fizeram –, além dos rendimentos está explicitado o património. Entre dinheiro no banco e imóveis, há automóveis. São, ao todo, 11 veículos os que são identificados, sendo que o valor de mercado destes acaba por ter pouco peso no total do património, de cerca de 19 milhões de euros. De acordo com cálculos com o ECO, considerando valores de veículos semelhantes à venda no Standvirtual, valerão cerca de 350 mil euros.

João Martins, um dos ex-administradores da CGD, declarou um Peugeot 306 XR de 1993 que já praticamente não terão qualquer valor comercial

João Tudela Martins foi o que teve de preencher mais linhas para indicar os quatro automóveis que tem estacionados em casa. São quatro, mas no seu conjunto têm já pouco valor comercial, em parte porque são todos utilitários ou pequenos familiares, mas também porque já têm alguma idade. O mais antigo data de 1993. É um Peugeot 306 XR que já praticamente não terão qualquer valor comercial. Depois há um Renault Grand Scénic de 2004 e dois VW Polo, um de 2006 e outro de 2009. No total valerão 20 mil euros.

Se Tudela Martins tem quatro, Tiago Marques não identifica qualquer automóvel. Já Rui Vilar e Pedro Norton de Matos têm apenas um veículo cada. O agora chairman da CGD, Rui Vilar, também se fica por um BMW 116D de 2012 que tem um valor comercial de 17.500 euros. Já Pedro Leitão tem dois. E em vez de BMW prefere a Mercedes. Tem um CLS de 2013 que vale cerca de 50 mil euros, mas na garagem está ainda um Porsche 911. O desportivo é de 2001, mas os de António Domingues ainda são mais antigos. Ou melhor… são clássicos.

António Domingues, ex-presidente-executivo da CGD, tem um Porsche 911 Turbo de 1972. O Turbo da década de 70 é já um clássico com bastante procura no mercado, tanto nacional como internacional, pelo que o valor de venda atualmente poderá ascender aos 75 mil euros.

Os dois 911 de António Domingues terão, em conjunto, um valor comercial atual em torno dos 150 mil euros, sendo o mais valioso o Porsche de 1972. O Turbo da década de 70 é já um clássico com bastante procura no mercado, tanto nacional como internacional, pelo que o valor de venda atualmente poderá ascender os 75 mil euros, de acordo com os preços pedidos pelos seus donos no Standvirtual. O 911 (993 1) de 1995, por seu lado, poderá render cerca de 70 mil euros.

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