CGD: Ferro Rodrigues não estranha envolvimento de advogados

O Presidente da Assembleia da República deu uma entrevista à RTP3 esta quarta-feira onde refere que o envolvimento de advogados em propostas de lei é norma por causa da falta de recursos no Estado.

O ex-secretário-geral do PS e ex-líder parlamentar do grupo parlamentar socialista vê com normalidade que os escritórios de advogados trabalhem em conjunto com o Governo em propostas de lei. Eduardo Ferro Rodrigues explica que essa é uma necessidade, dada a falta de recursos jurídicos dentro do Estado. Em entrevista à RTP3, o atual Presidente da Assembleia da República refere que no caso da CGD “a coisa não terá corrido integralmente bem”.

“Os escritórios de advogados estão normalmente envolvidos não em leis, mas em propostas de lei que vêm do Governo”, explicou o Ferro Rodrigues. Na sua opinião, “idealmente”, o Governo deveria garantir essa assessoria jurídica especializada, mas tal não é possível.

Julgo que era bom, idealmente, que o Governo tivesse ao seu serviço um número suficiente de juristas para prescindir destes trabalhos, mas compreendo que precise“, afirmou esta quarta-feira no canal de informação público.

O Presidente da Assembleia da República refere que, no caso específico da Caixa Geral de Depósitos e da anterior administração liderada por António Domingues, é normal que tenha sido ouvida a sociedade de advogados assessorou o ex-presidente da CGD. “Se queria ter um gestor muito competente, não me parece também mal que tenha ouvido as sugestões desse gestor“, afirmou. “Pelos vistos a coisa não terá corrido integralmente bem”, rematou.

Comentários ({{ total }})

CGD: Ferro Rodrigues não estranha envolvimento de advogados

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião