Revista de imprensa internacional

Trump repensa a Coreia do Norte e grita com o PM australiano, Le Pen quer pôr um imposto na contratação de imigrantes, e outras três notícias que marcam a atualidade mundial.

Trump rejeita o “acordo estúpido” de acolhimento de refugiados que Obama assinou com a Austrália, a Alemanha começa o programa de pagar a requerentes de asilo para que voltem para os países de origem, e Le Pen propõe taxar contratos de trabalho com imigrantes. Leia as seis notícias que marcam a atualidade mundial esta quinta-feira.

Financial Times

EUA vão rever a política em relação à Coreia do Norte

O novo secretário da Defesa dos EUA, o General James Mattis, está de visita à Coreia do Sul e ao Japão, e a Casa Branca aproveita para lançar uma revista da sua política em relação à Coreia do Norte, focada especialmente na ameaça nuclear que o país apresenta. Fontes que falaram ao Financial Times afirmaram que a revisão servirá para perceber o que Donald Trump pode fazer de diferente em relação ao seu antecessor no cargo para melhor gerir a relação com o país autoritário. Leia a notícia completa no Financial Times. (Conteúdo em inglês / Acesso pago)

Le Monde

Marine Le Pen propõe taxar contratos de emprego com imigrantes

A candidata da Frente Nacional à presidência francesa vai apresentar o programa este fim de semana, mas algumas das suas propostas já foram avançadas numa entrevista ao Le Monde. Marine Le Pen quer taxar os novos contratos feitos com trabalhadores estrangeiros, e promete fazer imediatamente dois referendos: um de alteração constitucional e um de saída da União Europeia. Leia a notícia completa no Le Monde. (Conteúdo em francês / Acesso pago)

The Guardian

Acordo de refugiados entre Austrália e EUA em risco após chamada pouco diplomática

Mais uma gafe diplomática para o presidente Donald Trump, que desta vez terá gritado com o primeiro-ministro australiano Malcolm Turnbull e terminado a chamada meia hora antes do previsto. Turnbull pretendia discutir com Trump o acordo que ficara assinado com a administração de Obama em novembro, em que os Estados Unidos se comprometeram a alojar 1250 requerentes de asilo que se encontram detidos nas ilhas-prisão utilizadas pela Austrália, em Nauru e na ilha de Manus. No Twitter, Trump rematou: “Vou estudar este acordo estúpido!” Leia a notícia completa no The Guardian. (Conteúdo em inglês / Acesso gratuito)

El País

Banco de Espanha mudou normas contabilísticas no início da crise

A Direção Geral de Supervisão do Banco de Espanha alterou as normas contabilísticas usadas na regulação no princípio da crise financeira, em 2008, impedindo que se identificassem mais rapidamente os seus impactos na economia espanhola. Segundo o El País, a interpretação “mais branda” das regulações, efetuada através de decisões não oficiais, constitui maquilhagem, e incluiu iniciativas como aligeirar a supervisão de operações como o refinanciamento de empréstimos hipotecários e de consumo. Leia a notícia completa no El País. (Conteúdo em espanhol / Acesso gratuito)

The Times

May enfrenta críticas internas após vencer votação parlamentar

Após passagem pela prova de fogo parlamentar, a primeira-ministra britânica Theresa May vai ter de aplacar os deputados do seu próprio partido, já que os Trabalhistas ameaçam não apoiar o processo do Brexit a não ser que haja garantias de que os cidadãos europeus que vivem no Reino Unido vão poder lá permanecer. Os aspetos individuais do acordo do Brexit, que Theresa May vai depois levar aos negociadores europeus, vão ser votados no parlamento na próxima semana. Leia a notícia completa no The Times. (Conteúdo em inglês / Acesso pago)

Deutsche Welle

Começa programa para pagar a requerentes de asilo para saírem voluntariamente da Alemanha

A Alemanha pôs de parte 40 milhões de euros para pagar a requerentes de asilo que aceitem regressar aos seus países de origem. O programa começou esta quarta-feira, e prevê aumentar o número de migrantes e requerentes de asilo a sair voluntariamente da Alemanha: pessoas com candidaturas de asilo ainda a ser processadas podem receber 1200 euros se aceitarem sair antes de saberem o resultado, e pessoas cuja candidatura tenha sido rejeitada podem receber 800 euros se não recorrerem. Leia a notícia completa na Deutsche Welle. (Conteúdo em inglês / Acesso gratuito)

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