OPA à EDP

O Estado chinês, atualmente o maior acionista da EDP, com uma participação de 28,25%, prepara-se para reforçar a posição na elétrica portuguesa, ficando obrigado a lançar uma oferta pública de aquisição (OPA). O Governo português não deverá opor-se à operação, ao contrário do conselho de administração da EDP, que deverá considerá-la hostil.

Pela primeira vez desde a OPA da CTG, a EDP encerrou abaixo da contrapartida de 3,26 euros. São já 11 sessões em queda, pesando na bolsa nacional que, contudo, conseguiu subir. A Nos brilhou.