UGT pede mais apoios do Estado e das empresas para o interior do País

  • ECO
  • 1 Maio 2018

Carlos Silva apela a uma "discriminação positiva" para o interior do País e a necessidade de apoio por parte do Estado e dos empresários do privado.

No Dia do Trabalhador, a UGT escolheu Figueiró dos Vinhos, uma das localidades afetadas pelos incêndios de 2017, para comemorar a data. Carlos Silva, secretário-geral da central sindical, aproveitou a ocasião para salientar a necessidade de o Estado e as empresas privadas apoiarem o interior do País, apelando a uma “discriminação positiva”.

“É fundamental valorizar o interior”, começou por dizer Carlos Silva em declarações prestadas esta terça-feira à SIC Notícias, salientando neste âmbito a “necessidade de o Estado e os empresários do setor privado apoiarem o interior de Portugal“.

Neste sentido, o líder da UGT apelou a que seja feita uma discriminação positiva das regiões do interior do País, com a criação de incentivos à fixação das empresas e dos trabalhadores. “Há que criar incentivos e o Estado não se pode demitir das suas responsabilidades de criar discriminação positiva para as empresas se fixarem”, frisou nas declarações transmitidas pela SIC Notícias.

O líder sindical aproveitou ainda para mandar algumas “farpas” face a algumas decisões que têm sido tomadas em prejuízo do interior.

“Para se viver bem no interior é preciso ter serviços públicos, não encerrar escolas, não encerrar centros de saúde ou não lhes diminuir os horários de funcionamento, e é continuar a ter estações dos CTT“, afirmou Calos Silva, salientando que só assim é possível que as pessoas se fixem nessas regiões.

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