Professores: Ritmo da contagem do tempo dependerá dos meios orçamentais

  • ECO
  • 3 Dezembro 2017

O ministro da Educação afirma que a contagem do tempo do congelamento das carreiras é uma "questão nova e complexa". E que o ritmo a que este tempo será contabilizado depende dos meios orçamentais.

O ministro da Educação afirma que a contagem do tempo do congelamento das carreiras é uma “questão nova e complexa”. E que o ritmo a que este tempo será contabilizado depende dos meios orçamentais, refere Tiago Brandão Rodrigues. Se o tempo de serviço congelado nos últimos sete anos fosse tido em conta, então quase um quarto dos professores chegaria ao topo da carreira no próximo ano.

“O que nós sabemos é que esta é uma questão nova, que surgiu agora, que não estava no programa do Governo e, por outro lado, que tem questões associadas em termos financeiros e orçamentais“, afirma o ministro da Educação numa entrevista ao DN/Dinheiro Vivo. Mário Centeno disse, no Parlamento, que o descongelamento das carreiras dos professores teria um impacto orçamental de 650 milhões de euros em 2018, caso os anos do congelamento contassem.

Tiago Brandão Rodrigues alerta ainda que “temos de criar as condições para podermos descongelar efetivamente no dia 1 de janeiro e não corrermos nenhum risco de que no dia 31 de dezembro de 2018, de 2019, de 2020 ou a 31 de dezembro de 2025 tenhamos de proceder, como país, novamente a um congelamento das carreiras”.

“Ninguém entenderia se isso fosse acontecer. Dito isto, não estou a dizer o que vai acontecer nas negociações do dia 15 de dezembro [os sindicatos dos professores voltam a reunir com o Executivo], o que estou a dizer é que há um compromisso assinado, essas são as premissas do caminho a fazer”, refere o ministro da Educação.

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