Lisboa cai pelo sexto dia. BCP em novo mínimo

Índice bolsista nacional abriu a cair 0,35%, prolongando o maior ciclo de quedas desde novembro. As ações do BCP lideram perdas, com um recuo de quase 2% para novo mínimo histórico.

A praça bolsista nacional abriu em terreno negativo, prolongando o mais extenso ciclo de perdas desde novembro, numa sessão em que o BCP volta a ser a principal referência negativa, com as suas ações a assinalarem um novo mínimo de sempre.

O PSI-20 arrancou a deslizar 0,35%, para os 4.573,76, após cinco sessões em queda. A desvalorização do índice nacional é ditada pela quebra dos títulos do BCP que recuam 1,83%, estabelecendo um novo mínimo histórico de 82,99 cêntimos por ação. O título continua assim a ser penalizado pelo anúncio de que vai ser alvo de um novo aumento de capital de 1.300 milhões de euros.

A evolução do índice bolsista nacional está ainda a ser condicionada pelo comportamento dos títulos da Jerónimo Martins e da Nos. As ações da retalhista deslizam 0,57%, para os 15,84 euros, no dia em que a empresa liderada por Pedro Soares dos Santos reporta as suas vendas preliminares relativas a 2016. Já os títulos da telecom perdem 1,15%, para os 5,26 euros.

Em alta, referência para a Mota-Engil que volta a somar ganhos. Os títulos da construtora são os que mais ganham em Lisboa: aceleram 0,84%, para os 1,69 euros. Já a Navigator e a Pharol ganham 0,7% e 0,44%, para os 3,3 euros e 23 cêntimos, respetivamente.

Na Europa, a sessão também é de perdas, após dois dias consecutivos a aceleram. O índice Stoxx Europe 600 abriu a perder 0,18%, para os 364,23 pontos.

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