Revista de imprensa internacional

Apple, Facebook ou Google: quem é a empresa mais amiga do ambiente? A Greenpeace fez uma avaliação e elegeu a Apple como a empresa tecnológica mais ambiente friendly.

Ainda não se sabe com 100% de certezas se o negócio online da Yahoo vai, afinal, ser vendida à Verizon, mas caso o negócio seja fechado, a empresa norte-americana já tem um nome: Altaba. O nome foi escolhido porque o que restará do negócio é a participação de 15% na Alibaba, o gigante chinês de e-commerce, que planeia criar um milhão de postos de trabalho nos EUA.

Business Insider

Apple eleita a empresa mais amiga do ambiente

Numa altura em que o iPhone faz uma década de existência, a Apple foi eleita pela organização ambiental Greenpeace como a entidade mais amiga do ambiente entre as maiores empresas de tecnologia do mundo. No topo estão também a Google (Alphabet) e o Facebook, outras duas empresas que em 2012 assumiram o compromisso de usar apenas energia renovável, nomeadamente nas sedes das empresas. Desde 2009 que a Greenpeace tem vindo a fazer esta medição da performance energética das tecnológicas. Neste último relatório, a organização ambiental revela ter visto uma melhoria significante no uso de energias renováveis.

Leia a notícia completa no Business Insider. (Acesso gratuito / Conteúdo em inglês)

The Guardian

Compras de última hora puxam pela economia britânica

As vendas de retalho aceleraram no final de 2016 no Reino Unido com as compras de última hora para o Natal. Os dados da indústria de retalho mostram que 2016 terminou com uma aceleração das vendas, mas o mesmo pode não verificar-se em 2017. Até porque são vários os desafios que as empresas vão ter de enfrentar: o aumento dos preços e a incerteza das políticas — tendo em conta ao início do processo da saída da União Europeia em março — são os dois principais fatores.

Leia a notícia completa no The Guardian. (Acesso gratuito / Conteúdo em ingês)

The New York Times

Yahoo passará a chamar-se Altaba

Assim que vender o seu negócio online à empresa norte-americana de telecomunicações Verizon, a Yahoo passará a chamar-se Altaba. Porquê este nome? A razão é simples: o principal ativo da empresa vão ser os 15% de ações da Alibaba, o gigante chinês de e-commerce. Além disso, a Altaba continua a deter 35,5% dos títulos da Yahoo Japão. Contudo, o negócio com a Verizon ainda não está fechado, principalmente por causa de episódios de contas hackeadas, nomeadamente o roubo de informação de mais de mil milhões de utilizadores.

Leia a notícia completa no The New York Times. (Acesso gratuito / Conteúdo em inglês)

CNBC

Alibaba e Trump querem criar um milhão de postos de trabalho

O próximo presidente dos Estados Unidos da América encontrou-se com o presidente executivo da Alibaba. Jack Ma revelou que a expansão da empresa nos EUA vai focar-se na ligação do mercado norte-americano com o do sudeste asiático. A aposta vai ser em vestuário, vinho e fruta. O chairman da Alibaba afirmou ainda que o foco da estratégia passará pelas pequenas empresas que, através da plataforma, podem vir a vender na China, por exemplo. Apesar de ainda não se saber como, a ideia é criar um milhão de empregos para a economia norte-americana.

Leia a notícia completa na CNBC. (Acesso gratuito / Conteúdo em inglês)

Business Insider

Goldman Sachs: otimismo dos mercados atinge máximo histórico

O indicador da Goldman Sachs que mede o otimismo dos mercados atingiu o ponto mais alto desde que é apurado. Esta medida pretende apurar o “apetite” dos investidores para arriscarem nos mercados. O máximo foi atingido a meio de dezembro, numa altura em que Wall Street estava a valorizar, desde a eleição de Donald Trump a 8 de novembro. “Não estamos no início do otimismo no mercado. Estamos mesmo no meio desse otimismo”, considerou um especialista da Goldman Sachs, Christian Mueller-Glissmann. A beneficiar este otimismo, argumenta, estiveram as baixas taxas de juro, fruto da política de quantitative easing (injeção de dinheiro na economia), mas também a expectativa de maiores gastos federais em investimento nos EUA.

Leia a notícia completa no Business Insider. (Acesso gratuito / Conteúdo em inglês)

Editado por Paulo Moutinho

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